28 de outubro de 2016
TENTATIVA DE ASSALTO A MERCADINHO DEIXA UM POLICIAL E UM BANDIDO MORTOS DURANTE TROCA DE TIROS EM CAICÓ
Mais um policial militar é morto por bandidos em Caicó. O cabo identificado como Gonzaga, e que estava na reserva da Polícia Militar, foi atingido por disparos de arma de fogo na manhã desta sexta-feira é infelizmente não resistiu e acabou vindo a óbito ainda dentro da unidade móvel de atendimento do SAMU.
Gonaga foi baleado por um dos bandidos durante uma tentativa de assalto ao mercadinho do Zezinho localizado no bairro Samanaú,na Zona Norte de Caicó quando prestava serviço como segurança no local.
A informação que foi repassada pela Polícia é que durante a troca de tiros, um dos bandidos chegou a ser baleado e morreu ao dar entrada no Hospital Regional do Seridó, o outro teria fugido e está sendo procurando pela polícia. O bandido morto ainda não foi identificado.
PENITENCIÁRIA DE ALCAÇUZ REGISTRA NOVA FUGA
A Penitenciária Estadual de Alcaçuz, localizada na cidade de Nísia Floresta, registrou uma nova fuga durante a madrugada desta sexta-feira (28).
Segundo a direção da unidade prisional, uma recontagem de presos será realizada na manhã de hoje para verificar quantos presos conseguiram escapar.
Os detentos fugiram através de um túnel escavado nas proximidades do Pavilhão 2. Agentes penitenciários e policiais militares ainda conseguiram capturar um dos apenados quando tentava escapar, mas seu nome ainda não foi divulgado. Somente neste ano, a unidade já registrou 13 fugas, totalizando 102 presidiários que conseguiram se evadir. A maioria realizada através da escavação de túneis.
Segundo a direção da unidade prisional, uma recontagem de presos será realizada na manhã de hoje para verificar quantos presos conseguiram escapar.
Os detentos fugiram através de um túnel escavado nas proximidades do Pavilhão 2. Agentes penitenciários e policiais militares ainda conseguiram capturar um dos apenados quando tentava escapar, mas seu nome ainda não foi divulgado. Somente neste ano, a unidade já registrou 13 fugas, totalizando 102 presidiários que conseguiram se evadir. A maioria realizada através da escavação de túneis.
POLÍCIA REGISTRA CHACINA EM JOÃO CÂMARA NO RN
Quatro dos seis homens mortos a tiros na chacina ocorrida na tarde desta quinta-feira (27) em João Câmara já foram identificados. Segundo o Instituto Técnico de Perícia (Itep), já foram reconhecidos os corpos de José Cesário Alves, de 36 anos; Paulo Márcio da Silva, de 21; Wdeilsom de Oliveira de Araújo, 24; e Emanoel Messias Lima da Silva, de 20. As outras duas vítimas ainda não foram identificadas.
A polícia acredita que os seis foram mortos em um acerto de contas envolvendo facções criminosas.
Além dos seis mortos, uma sétima pessoa ainda ficou ferida e foi socorrida ao hospital. De acordo com o capitão da PM João Batista Fonseca Neto, testemunhas afirmaram que seis suspeitos chegaram até o local e atiraram nas vítimas. "A informação é que seriam quatro homens em um carro branco e outros dois em uma moto, todos eles armados. A suspeita é que tenha sido um acerto de contas entre facções criminosas, porque algumas das vítimas tinham passagem pela polícia", informou.
No local do crime, a polícia se deparou com os corpos espalhados entre uma residência e a rua. Um homem foi morto dentro da casa. Outros três foram baleados na calçada. Uma quinta vítima foi atingida na lateral da residência e outro foi morto no meio da rua.
A polícia acredita que os seis foram mortos em um acerto de contas envolvendo facções criminosas.
Além dos seis mortos, uma sétima pessoa ainda ficou ferida e foi socorrida ao hospital. De acordo com o capitão da PM João Batista Fonseca Neto, testemunhas afirmaram que seis suspeitos chegaram até o local e atiraram nas vítimas. "A informação é que seriam quatro homens em um carro branco e outros dois em uma moto, todos eles armados. A suspeita é que tenha sido um acerto de contas entre facções criminosas, porque algumas das vítimas tinham passagem pela polícia", informou.
No local do crime, a polícia se deparou com os corpos espalhados entre uma residência e a rua. Um homem foi morto dentro da casa. Outros três foram baleados na calçada. Uma quinta vítima foi atingida na lateral da residência e outro foi morto no meio da rua.
A CADA DIA, PELO MENOS 9 PESSOAS FORAM MORTAS POR POLICIAIS NO BRASIL EM 2015
Letalidade policial
De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que está em sua 10ª edição, que será lançado no dia 3 de novembro pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a cada dia, pelo menos 9 pessoas foram mortas por policiais no Brasil em 2015, resultando num total de 3.345 pessoas, ou uma taxa de 1,6 morte a cada grupo de 100 mil pessoas.
O número é 6,3% superior ao registrado no ano anterior. São Paulo foi o estado com o maior número de pessoas mortas por policiais em 2015: 848. As maiores taxas de letalidade policial registradas no último ano foram nos estados do Amapá (5 para cada grupo de 100 mil pessoas), Rio de Janeiro (3,9) e de Alagoas (2,9). Considerando-se os números absolutos, São Paulo e o Rio de Janeiro concentram sozinhos 1.493 mortes decorrentes de intervenções policiais, ou 45% do total registrado no país.
A taxa brasileira de letalidade policial (1,6) supera a de países como Honduras (1,2) e África do Sul (1,1). “Isso demonstra um padrão de atuação que precisa ser revisto urgentemente. Esse padrão faz com que você tenha [no Brasil] o número de pessoas mortas por intervenção policial como o mais alto do mundo. Nossa taxa de letalidade policial é maior do que a de Honduras, que é considerado o país mais violento em termos proporcionais, em termos de taxa, do mundo”.
O total de policiais vítimas de homicídios em serviço e fora do horário do expediente é bastante elevado no Brasil. Em 2015, foram mortos 393 policiais, 16 a menos do que no ano anterior.
Proporcionalmente, os policiais brasileiros são três vezes mais assassinados fora do horário de trabalho do que no serviço: foram 103 mortos durante o expediente (crescimento de 30,4% em relação a 2014) e 290 fora (queda de 12,1% em relação a 2014), geralmente em situações de reação a roubo (latrocínio).
De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que está em sua 10ª edição, que será lançado no dia 3 de novembro pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a cada dia, pelo menos 9 pessoas foram mortas por policiais no Brasil em 2015, resultando num total de 3.345 pessoas, ou uma taxa de 1,6 morte a cada grupo de 100 mil pessoas.
O número é 6,3% superior ao registrado no ano anterior. São Paulo foi o estado com o maior número de pessoas mortas por policiais em 2015: 848. As maiores taxas de letalidade policial registradas no último ano foram nos estados do Amapá (5 para cada grupo de 100 mil pessoas), Rio de Janeiro (3,9) e de Alagoas (2,9). Considerando-se os números absolutos, São Paulo e o Rio de Janeiro concentram sozinhos 1.493 mortes decorrentes de intervenções policiais, ou 45% do total registrado no país.
A taxa brasileira de letalidade policial (1,6) supera a de países como Honduras (1,2) e África do Sul (1,1). “Isso demonstra um padrão de atuação que precisa ser revisto urgentemente. Esse padrão faz com que você tenha [no Brasil] o número de pessoas mortas por intervenção policial como o mais alto do mundo. Nossa taxa de letalidade policial é maior do que a de Honduras, que é considerado o país mais violento em termos proporcionais, em termos de taxa, do mundo”.
O total de policiais vítimas de homicídios em serviço e fora do horário do expediente é bastante elevado no Brasil. Em 2015, foram mortos 393 policiais, 16 a menos do que no ano anterior.
Proporcionalmente, os policiais brasileiros são três vezes mais assassinados fora do horário de trabalho do que no serviço: foram 103 mortos durante o expediente (crescimento de 30,4% em relação a 2014) e 290 fora (queda de 12,1% em relação a 2014), geralmente em situações de reação a roubo (latrocínio).
POLÍCIA REGISTRA CHACINA EM JOÃO CÂMARA NO RN
Quatro dos seis homens mortos a tiros na chacina ocorrida na tarde desta quinta-feira (27) em João Câmara já foram identificados.
Segundo o Instituto Técnico de Perícia (Itep), já foram reconhecidos os corpos de José Cesário Alves, de 36 anos; Paulo Márcio da Silva, de 21; Wdeilsom de Oliveira de Araújo, 24; e Emanoel Messias Lima da Silva, de 20. As outras duas vítimas ainda não foram identificadas.
A polícia acredita que os seis foram mortos em um acerto de contas envolvendo facções criminosas.
A chacina. Além dos seis mortos, uma sétima pessoa ainda ficou ferida e foi socorrida ao hospital. De acordo com o capitão da PM João Batista Fonseca Neto, testemunhas afirmaram que seis suspeitos chegaram até o local e atiraram nas vítimas.
"A informação é que seriam quatro homens em um carro branco e outros dois em uma moto, todos eles armados. A suspeita é que tenha sido um acerto de contas entre facções criminosas, porque algumas das vítimas tinham passagem pela polícia", informou.
No local do crime, a polícia se deparou com os corpos espalhados entre uma residência e a rua. Um homem foi morto dentro da casa. Outros três foram baleados na calçada. Uma quinta vítima foi atingida na lateral da residência e outro foi morto no meio da rua.
Segundo o Instituto Técnico de Perícia (Itep), já foram reconhecidos os corpos de José Cesário Alves, de 36 anos; Paulo Márcio da Silva, de 21; Wdeilsom de Oliveira de Araújo, 24; e Emanoel Messias Lima da Silva, de 20. As outras duas vítimas ainda não foram identificadas.
A polícia acredita que os seis foram mortos em um acerto de contas envolvendo facções criminosas.
A chacina. Além dos seis mortos, uma sétima pessoa ainda ficou ferida e foi socorrida ao hospital. De acordo com o capitão da PM João Batista Fonseca Neto, testemunhas afirmaram que seis suspeitos chegaram até o local e atiraram nas vítimas.
"A informação é que seriam quatro homens em um carro branco e outros dois em uma moto, todos eles armados. A suspeita é que tenha sido um acerto de contas entre facções criminosas, porque algumas das vítimas tinham passagem pela polícia", informou.
No local do crime, a polícia se deparou com os corpos espalhados entre uma residência e a rua. Um homem foi morto dentro da casa. Outros três foram baleados na calçada. Uma quinta vítima foi atingida na lateral da residência e outro foi morto no meio da rua.
EM CINCO ANOS, BRASIL TEVE MAIS ASSASSINATOS DO QUE A SÍRIA
O Brasil registrou mais mortes violentas de 2011 a 2015 do que a Síria, país em guerra, em igual período. Os dados, divulgados hoje (28), são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Foram 278.839 ocorrências de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenção policial no Brasil, de janeiro de 2011 a dezembro de 2015, frente a 256.124 mortes violentas na Síria, entre março de 2011 a dezembro de 2015, de acordo com o Observatório de Direitos Humanos da Síria.
“Enquanto o mundo está discutindo como evitar a tragédia que tem ocorrido em Alepo, em Damasco e várias outras cidades, no Brasil a gente faz de conta que o problema não existe. Ou, no fundo, a gente acha que é um problema é menor. Estamos revelando que a gente teima em não assumi-lo como prioridade nacional”, destacou o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima.
Apenas em 2015, foram mortos violentamente e intencionalmente 58.383 brasileiros, resultado que representa uma pessoa assassinada no país a cada 9 minutos, ou cerca de 160 mortos por dia. Foram 28,6 pessoas vítimas a cada grupo de 100 mil brasileiros. No entanto, em comparação a 2014 (59.086), o número de mortes violentas sofreu redução de 1,2%. “A retração de 1,2% não deixa de ser uma retração, mas em um patamar muito elevado, é uma oscilação natural, de um número tão elevado assim”, ressaltou Lima.
Das 58.383 mortes violentas no Brasil em 2015, 52.570 foram causadas por homicídios (queda de 1,7% em relação a 2014); 2.307 por latrocínios (aumento de 7,8%); 761 por lesão corporal seguida de morte (diminuição de 20,2%) e 3.345 por intervenção policial (elevação de 6,3%).
Estados
Sergipe, com 57,3 mortes violentas intencionais a cada grupo de 100 mil pessoas, é o estado mais violento do Brasil, seguido por Alagoas (50,8 mortes para cada grupo de 100 mil) e o Rio Grande do Norte (48,6). Os estados que registraram as menores taxas de mortes violentas intencionais foram São Paulo (11,7 a cada 100 mil pessoas), Santa Catarina (14,3) e Roraima (18,2).
“Os estados em que as mortes crescem, com exceção de Pernambuco, são os que não têm programa de redução de homicídios. Você percebe que quando há política pública, quando você prioriza o problema, são conseguidos alguns resultados positivos”, disse Lima.
As unidades da Federação que mais aumentaram o número de mortes violentas foram o Rio Grande do Norte (elevação de 39,1%), Amazonas (19,6%), e Sergipe (18,2%). Os que mais diminuíram foram Alagoas (queda de 20,8%), o Distrito Federal (-13%), e o Rio de Janeiro (-12,9%).
Foram 278.839 ocorrências de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenção policial no Brasil, de janeiro de 2011 a dezembro de 2015, frente a 256.124 mortes violentas na Síria, entre março de 2011 a dezembro de 2015, de acordo com o Observatório de Direitos Humanos da Síria.
“Enquanto o mundo está discutindo como evitar a tragédia que tem ocorrido em Alepo, em Damasco e várias outras cidades, no Brasil a gente faz de conta que o problema não existe. Ou, no fundo, a gente acha que é um problema é menor. Estamos revelando que a gente teima em não assumi-lo como prioridade nacional”, destacou o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima.
Apenas em 2015, foram mortos violentamente e intencionalmente 58.383 brasileiros, resultado que representa uma pessoa assassinada no país a cada 9 minutos, ou cerca de 160 mortos por dia. Foram 28,6 pessoas vítimas a cada grupo de 100 mil brasileiros. No entanto, em comparação a 2014 (59.086), o número de mortes violentas sofreu redução de 1,2%. “A retração de 1,2% não deixa de ser uma retração, mas em um patamar muito elevado, é uma oscilação natural, de um número tão elevado assim”, ressaltou Lima.
Das 58.383 mortes violentas no Brasil em 2015, 52.570 foram causadas por homicídios (queda de 1,7% em relação a 2014); 2.307 por latrocínios (aumento de 7,8%); 761 por lesão corporal seguida de morte (diminuição de 20,2%) e 3.345 por intervenção policial (elevação de 6,3%).
Estados
Sergipe, com 57,3 mortes violentas intencionais a cada grupo de 100 mil pessoas, é o estado mais violento do Brasil, seguido por Alagoas (50,8 mortes para cada grupo de 100 mil) e o Rio Grande do Norte (48,6). Os estados que registraram as menores taxas de mortes violentas intencionais foram São Paulo (11,7 a cada 100 mil pessoas), Santa Catarina (14,3) e Roraima (18,2).
“Os estados em que as mortes crescem, com exceção de Pernambuco, são os que não têm programa de redução de homicídios. Você percebe que quando há política pública, quando você prioriza o problema, são conseguidos alguns resultados positivos”, disse Lima.
As unidades da Federação que mais aumentaram o número de mortes violentas foram o Rio Grande do Norte (elevação de 39,1%), Amazonas (19,6%), e Sergipe (18,2%). Os que mais diminuíram foram Alagoas (queda de 20,8%), o Distrito Federal (-13%), e o Rio de Janeiro (-12,9%).
SÓ 11% DOS BRASILEIROS CONFIAM NA PRESIDÊNCIA, DIZ PESQUISA
O prestígio da Presidência da República está em baixa entre o brasileiros: só 11% confiam nela, contra 59% que dizem acreditar nas Forças Armadas.
Apenas a situação do Congresso, com 10%, e dos partidos políticos, com 7%, está pior. Os números são de uma pesquisa da Escola de Direito de SP da FGV (Fundação Getulio Vargas) para medir o índice de confiança na Justiça, revela a coluna de Mônica Bergamo hoje na Folha de S.Paulo
"O Poder Judiciário, objeto da pesquisa, ficou em sétimo lugar no ranking elaborado pela equipe da FGV, com 29%. Antes dele vêm, além das Forças Armadas, a Igreja Católica (57%), a imprensa escrita (37%), o Ministério Público (36%), as grandes empresas (34%) e as emissoras de TV (33%).
Depois do Judiciário aparecem a Polícia (25%), os sindicatos (24%), as redes sociais (23%) e então Presidência, Parlamento e legendas partidárias."
Apenas a situação do Congresso, com 10%, e dos partidos políticos, com 7%, está pior. Os números são de uma pesquisa da Escola de Direito de SP da FGV (Fundação Getulio Vargas) para medir o índice de confiança na Justiça, revela a coluna de Mônica Bergamo hoje na Folha de S.Paulo
"O Poder Judiciário, objeto da pesquisa, ficou em sétimo lugar no ranking elaborado pela equipe da FGV, com 29%. Antes dele vêm, além das Forças Armadas, a Igreja Católica (57%), a imprensa escrita (37%), o Ministério Público (36%), as grandes empresas (34%) e as emissoras de TV (33%).
Depois do Judiciário aparecem a Polícia (25%), os sindicatos (24%), as redes sociais (23%) e então Presidência, Parlamento e legendas partidárias."
ODEBRECHT ENTREGA SERRA: R$ 23 MILHÕES EM CONTA SECRETA NA SUÍÇA
Não se sabe se será nas próximas horas, dias ou semanas, mas José Serra, atual ministro das Relações Exteriores, fatalmente perderá o cargo.
Ele é o primeiro grande nome da política brasileira cujo nome aparece na delação premiada da Odebrecht, cujo acordo foi fechado nesta semana.
De acordo com reportagem de Bela Megale, a Odebrecht revelou como pagou R$ 23 milhões ao candidato tucano à presidência da República, em 2010, numa conta secreta na Suíça, pelo caixa dois.A operação foi articulada pelo ex-tesoureiro tucano Márcio Fortes e por Ronaldo Cezar Coelho, um banqueiro e político do PSDB tucano.
Os executivos da empreiteira também prometeram entregar os recibos dos depósitos de um valor que, corrigido pela inflação, hoje seria de R$ 34,5 milhões. Serra foi um dos principais articuladores do impeachment da presidente Dilma Rousseff e, no gabinete de Michel Temer, pretendia se credenciar para chegar à presidência da República, mas sua continuidade no cargo é insustentável.
Em breve, ele deverá ser denunciado pela procuradoria-geral da República e Michel Temer, que também deve aparecer na delação da Odebrecht, não terá como mantê-lo no Itamaraty.Procurado pela reportagem, Serra disse que não comentaria supostos vazamentos de supostas delações.
Ele é o primeiro grande nome da política brasileira cujo nome aparece na delação premiada da Odebrecht, cujo acordo foi fechado nesta semana.
De acordo com reportagem de Bela Megale, a Odebrecht revelou como pagou R$ 23 milhões ao candidato tucano à presidência da República, em 2010, numa conta secreta na Suíça, pelo caixa dois.A operação foi articulada pelo ex-tesoureiro tucano Márcio Fortes e por Ronaldo Cezar Coelho, um banqueiro e político do PSDB tucano.
Os executivos da empreiteira também prometeram entregar os recibos dos depósitos de um valor que, corrigido pela inflação, hoje seria de R$ 34,5 milhões. Serra foi um dos principais articuladores do impeachment da presidente Dilma Rousseff e, no gabinete de Michel Temer, pretendia se credenciar para chegar à presidência da República, mas sua continuidade no cargo é insustentável.
Em breve, ele deverá ser denunciado pela procuradoria-geral da República e Michel Temer, que também deve aparecer na delação da Odebrecht, não terá como mantê-lo no Itamaraty.Procurado pela reportagem, Serra disse que não comentaria supostos vazamentos de supostas delações.
25 de outubro de 2016
VAQUEIROS DE TODO NORDESTE FAZEM PROTESTO EM BRASÍLIA
Uma manifestação contra a proibição das vaquejadas reúne hoje (25), na Esplanada dos Ministérios, vaqueiros e cavalos vindos de diversos estados.
Com faixas e um carro de som posicionado próximo ao Congresso Nacional, vaqueiros e empresários do setor negam que a prática signifique maus tratos aos animais e afirmam que, além de elemento da cultural, a atividade é fonte de geração de emprego e renda. A organização do evento diz que cerca de 700 caminhões de transporte de animais e 6 mil pessoas foram a Brasília para a manifestação. São dois mil animais, principalmente cavalos.
No último dia 6, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional uma lei do Ceará que regulamentava a vaquejada no estado. Com o entendimento do STF, a prática passou a ser considerada ilegal, relacionada a maus-tratos de animais.
O vaqueiro Clayton Araújo, 35 anos, vive em Paratinga (BA) e quer o retorno da vaquejada que ele conta fazer parte da história de sua família e diz ser um elemento cultural para muitos nordestinos. Segundo Clayton, a vaquejada mudou ao longo dos últimos anos e hoje são tomados cuidados para evitar maus-tratos aos animais.
“Existe toda uma vida por trás disso. Eu nasci e me criei dentro dela, meu avô era vaqueiro, meu pai é vaqueiro. Não envolve só o emprego, envolve toda uma cultura, raiz, criação. Já houve maus-tratos; quando comecei a correr existia a pista dura que maltratava o boi, hoje a pista é de areia, existia chiar o boi que era derrubar e arrastar e isso hoje não acontece mais. E também existia correr bezerro e hoje, na vaquejada regularizada, isso é proibido. Agora usamos o protetor de cauda”, disse.
O proprietário do Parque Leão de Vaquejada, em Brasília, Raul Leão, diz que medidas adotadas nos últimos anos como o uso do protetor de cauda e da cama de areia onde o animal é derrubado evitam sofrimento. Para Leão, o que deve ser combatida é a prática clandestina da atividade que ocorre sem a adoção da regulamentação necessária.
Os caminhões que transportaram os animais passam o dia estacionados nas faixas ao longo dos meios fios da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e provocaram engarrafamento na região central da cidade pela manhã. Ao longo do dia, os integrantes do movimento participaram de uma missa na Catedral de Brasília e de uma audiência pública na Câmara dos Deputados. As atividades vão terminar com um show à noite, na Esplanada.
Com faixas e um carro de som posicionado próximo ao Congresso Nacional, vaqueiros e empresários do setor negam que a prática signifique maus tratos aos animais e afirmam que, além de elemento da cultural, a atividade é fonte de geração de emprego e renda. A organização do evento diz que cerca de 700 caminhões de transporte de animais e 6 mil pessoas foram a Brasília para a manifestação. São dois mil animais, principalmente cavalos.
No último dia 6, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional uma lei do Ceará que regulamentava a vaquejada no estado. Com o entendimento do STF, a prática passou a ser considerada ilegal, relacionada a maus-tratos de animais.
O vaqueiro Clayton Araújo, 35 anos, vive em Paratinga (BA) e quer o retorno da vaquejada que ele conta fazer parte da história de sua família e diz ser um elemento cultural para muitos nordestinos. Segundo Clayton, a vaquejada mudou ao longo dos últimos anos e hoje são tomados cuidados para evitar maus-tratos aos animais.
“Existe toda uma vida por trás disso. Eu nasci e me criei dentro dela, meu avô era vaqueiro, meu pai é vaqueiro. Não envolve só o emprego, envolve toda uma cultura, raiz, criação. Já houve maus-tratos; quando comecei a correr existia a pista dura que maltratava o boi, hoje a pista é de areia, existia chiar o boi que era derrubar e arrastar e isso hoje não acontece mais. E também existia correr bezerro e hoje, na vaquejada regularizada, isso é proibido. Agora usamos o protetor de cauda”, disse.
O proprietário do Parque Leão de Vaquejada, em Brasília, Raul Leão, diz que medidas adotadas nos últimos anos como o uso do protetor de cauda e da cama de areia onde o animal é derrubado evitam sofrimento. Para Leão, o que deve ser combatida é a prática clandestina da atividade que ocorre sem a adoção da regulamentação necessária.
Os caminhões que transportaram os animais passam o dia estacionados nas faixas ao longo dos meios fios da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e provocaram engarrafamento na região central da cidade pela manhã. Ao longo do dia, os integrantes do movimento participaram de uma missa na Catedral de Brasília e de uma audiência pública na Câmara dos Deputados. As atividades vão terminar com um show à noite, na Esplanada.
ROBINSON GARANTE SEGURANÇA REFORÇADA NA FESTA DE SANTA LUZIA EM MOSSORÓ
O governador Robinson Faria (PSD) se reuniu nesta terça-feira (25) com representantes da organização da Festa de Santa Luzia, padroeira do município de Mossoró.
Robinson recebeu informações sobre a programação e convite oficial para participar do evento que este ano completa 174 anos e acontece no período de 1 a 13 de dezembro.
O padre Flávio Augusto, vigário geral da Diocese de Mossoró, explicou que as comemorações em homenagem a Santa Luzia estão sendo conduzidas por 15 comissões que envolvem 500 pessoas.
Além de missas e novenas, quermesse, apresentações culturais e procissão, o evento vai contar também com uma grande moto romaria com participação de dois mil motoqueiros que irão percorrer 202 quilômetros, em quatro municípios, com saída e chega em Mossoró.O evento terá procissão noturna e vespertina, que encerrará a programação, no dia 13.
O governador destacou a importância dos eventos religiosos e disse que a administração estadual irá reforçar o policiamento no evento que reúne mais de 150 mil pessoas.
Com informações de César Santos
Robinson recebeu informações sobre a programação e convite oficial para participar do evento que este ano completa 174 anos e acontece no período de 1 a 13 de dezembro.
O padre Flávio Augusto, vigário geral da Diocese de Mossoró, explicou que as comemorações em homenagem a Santa Luzia estão sendo conduzidas por 15 comissões que envolvem 500 pessoas.
Além de missas e novenas, quermesse, apresentações culturais e procissão, o evento vai contar também com uma grande moto romaria com participação de dois mil motoqueiros que irão percorrer 202 quilômetros, em quatro municípios, com saída e chega em Mossoró.O evento terá procissão noturna e vespertina, que encerrará a programação, no dia 13.
O governador destacou a importância dos eventos religiosos e disse que a administração estadual irá reforçar o policiamento no evento que reúne mais de 150 mil pessoas.
Com informações de César Santos
ATOR E DIRETOR CARL SCHUMACHER MORRE AOS 53 ANOS EM CONTAGEM, NA GRANDE BH
O corpo do ator e dramaturgo Carl Schumacher foi velado nesta terça-feira (25) na Funerária Santa Casa, no bairro Santa Efigênia, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Parentes do artista não quiseram dar entrevista. O ator tinha carreira sólida no teatro mineiro, além de ter atuado em novelas e na "Turma do Didi".
O ator e diretor Alexandre Bandeira, de 48 anos, que encontrou o corpo de Schumacher na tarde do último domingo (23), em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, disse que o amigo estava fraco, com a saúde debilitada. "Ele [Carl Schumacher] tinha diabetes, tomava remédio. Tudo indica que ele morreu de infarto, mas o laudo do IML vai sair em 30 dias", falou. Bandeira comentou ainda que o corpo do amigo foi encontrado em cima da cama, sem ferimentos. "Parece que ele morreu dormindo", completou.
O ator e diretor Alexandre Bandeira trabalhou nos últimos quatro meses com Schumacher na montagem do espetáculo "Amor de Vampira", que estrearia no dia 14 de novembro, no Teatro Pio XII, em Belo Horizonte. A peça fez sucesso na capital mineira entre as décadas 1980 e 1990. Com a morte de Schumacher, a peça foi adiada e deve estrear em março de 2017.
Carreira
Carl Schumacher nasceu em 25 de dezembro de 1962 e estreou no teatro em 1977. Na Globo, ele atuou com o humorista Didi e em novelas como “A Favorita”, “Bang Bang”, “Eterna Magia”; além da série “A Cura” e da minissérie “Amazônia - De Galvez a Chico Mendes”. O ator também trabalhou na Band, no SBT e na TV Cultura.
Em mais de 30 anos de carreira, Carl Schumacher participou de mais de 70 espetáculos de teatro, óperas, operetas e musicais, além de dezenas de filmes, novelas, minisséries, programas humorísticos e infantis. Ele também escreveu 77 peças teatrais. Foi ainda professor de interpretação, improvisação, história do teatro e técnica vocal. Na Fundação Clóvis Salgado, em Belo Horizonte, foi cantor lírico e assinou figurinos e produções.
O ator e diretor Alexandre Bandeira, de 48 anos, que encontrou o corpo de Schumacher na tarde do último domingo (23), em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, disse que o amigo estava fraco, com a saúde debilitada. "Ele [Carl Schumacher] tinha diabetes, tomava remédio. Tudo indica que ele morreu de infarto, mas o laudo do IML vai sair em 30 dias", falou. Bandeira comentou ainda que o corpo do amigo foi encontrado em cima da cama, sem ferimentos. "Parece que ele morreu dormindo", completou.
O ator e diretor Alexandre Bandeira trabalhou nos últimos quatro meses com Schumacher na montagem do espetáculo "Amor de Vampira", que estrearia no dia 14 de novembro, no Teatro Pio XII, em Belo Horizonte. A peça fez sucesso na capital mineira entre as décadas 1980 e 1990. Com a morte de Schumacher, a peça foi adiada e deve estrear em março de 2017.
Carreira
Carl Schumacher nasceu em 25 de dezembro de 1962 e estreou no teatro em 1977. Na Globo, ele atuou com o humorista Didi e em novelas como “A Favorita”, “Bang Bang”, “Eterna Magia”; além da série “A Cura” e da minissérie “Amazônia - De Galvez a Chico Mendes”. O ator também trabalhou na Band, no SBT e na TV Cultura.
Em mais de 30 anos de carreira, Carl Schumacher participou de mais de 70 espetáculos de teatro, óperas, operetas e musicais, além de dezenas de filmes, novelas, minisséries, programas humorísticos e infantis. Ele também escreveu 77 peças teatrais. Foi ainda professor de interpretação, improvisação, história do teatro e técnica vocal. Na Fundação Clóvis Salgado, em Belo Horizonte, foi cantor lírico e assinou figurinos e produções.
CAPITÃO DO TRI, CARLOS ALBERTO TORRES MORRE AOS 72 ANOS
Capitão do tricampeonato da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970, o ex-lateral Carlos Alberto Torres morreu aos 72 anos nesta terça-feira. O ex-jogador, que atualmente trabalhava como comentarista da Sportv, sofreu um infarto fulminante. O velório será na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Carlos Alberto Torres fez sua última participação na emissora no último domingo durante o programa "Troca de Passes". Ele estava em sua casa no Rio de Janeiro quando sofreu o infarto. Segundo a TV Globo, Torres estava acompanhado do amigo e comentarista Ricardo Rocha quando começou a se sentir mal, chegou a ser encaminhado para o hospital, mas não resistiu.
Além de comentarista, Torres também era membro do Comitê de Reformas da CBF, grupo que estuda reformas em Código de Ética, Estatuto, Licenciamento e Registro, Calendário e Futebol Feminino. O grupo se reunia a cada dois meses para debater o assunto.
Carlos Alberto Torres marcou época no futebol brasileiro não só por sua passagem na seleção, mas também pela carreira trilhada em clubes do país, como Santos, Botafogo e Fluminense. Foi tricampeão carioca pelo time tricolor (1964, 1975 e 1976) e pentacampeão paulista na equipe santista (1965, 1967, 1968, 1969 e 1973).
Ao pendurar as chuteiras em 1982, quando atuava pelo New York Cosmos, Carlos Alberto Torres iniciou a carreira de treinador com o título brasileiro de 1983 com o Flamengo. Passou por diversos clubes até o trabalho no Paysandu em 2005, o seu último na profissão.
Mas a cena que ficará imortalizada em sua vida no futebol é a da Copa do Mundo de 1970, quando levantou a taça Jules Rimet ao término da campanha histórica. Foram seis vitórias em seis jogos de um time que reuniu Pelé, Tostão, Jairzinho, Gerson e Rivelino.
Carlos Alberto Torres fez sua última participação na emissora no último domingo durante o programa "Troca de Passes". Ele estava em sua casa no Rio de Janeiro quando sofreu o infarto. Segundo a TV Globo, Torres estava acompanhado do amigo e comentarista Ricardo Rocha quando começou a se sentir mal, chegou a ser encaminhado para o hospital, mas não resistiu.
Além de comentarista, Torres também era membro do Comitê de Reformas da CBF, grupo que estuda reformas em Código de Ética, Estatuto, Licenciamento e Registro, Calendário e Futebol Feminino. O grupo se reunia a cada dois meses para debater o assunto.
Carlos Alberto Torres marcou época no futebol brasileiro não só por sua passagem na seleção, mas também pela carreira trilhada em clubes do país, como Santos, Botafogo e Fluminense. Foi tricampeão carioca pelo time tricolor (1964, 1975 e 1976) e pentacampeão paulista na equipe santista (1965, 1967, 1968, 1969 e 1973).
Ao pendurar as chuteiras em 1982, quando atuava pelo New York Cosmos, Carlos Alberto Torres iniciou a carreira de treinador com o título brasileiro de 1983 com o Flamengo. Passou por diversos clubes até o trabalho no Paysandu em 2005, o seu último na profissão.
Mas a cena que ficará imortalizada em sua vida no futebol é a da Copa do Mundo de 1970, quando levantou a taça Jules Rimet ao término da campanha histórica. Foram seis vitórias em seis jogos de um time que reuniu Pelé, Tostão, Jairzinho, Gerson e Rivelino.
COM 359 VOTOS, CÂMARA APROVA PEC 241 EM 2º TURNO
Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira, 25, em segundo turno, o texto principal da Proposta de Emenda à Constituição que limita por 20 anos os gastos públicos, indexando-os à inflação.
A PEC 241 foi aprovada com 359 votos a favor, 116 votos contra e 2 abstenções. O próximo passo do deputados será o de votarem os destaques ao texto.
Proposta de Emenda à Constituição do presidente Michel Temer congela por 20 anos os gastos públicos, limitando-os à correção da inflação, conseguiu reunir contra sua aprovação profissionais de diversas categorias; repúdio à PEC 241 é compartilhado por economistas, médicos de várias áreas, juízes federais, promotores, defensores públicos, Ordem dos Advogados do Brasil, além de intelectuais, artistas e líderes de movimentos sociais.
A PEC 241 foi aprovada com 359 votos a favor, 116 votos contra e 2 abstenções. O próximo passo do deputados será o de votarem os destaques ao texto.
Proposta de Emenda à Constituição do presidente Michel Temer congela por 20 anos os gastos públicos, limitando-os à correção da inflação, conseguiu reunir contra sua aprovação profissionais de diversas categorias; repúdio à PEC 241 é compartilhado por economistas, médicos de várias áreas, juízes federais, promotores, defensores públicos, Ordem dos Advogados do Brasil, além de intelectuais, artistas e líderes de movimentos sociais.
MÉDICOS, EDUCADORES, CIENTISTAS, JUÍZES E PROMOTORES SÃO CONTRA A PEC 241
A Proposta de Emenda à Constituição do presidente Michel Temer que congela por 20 anos os gastos públicos, limitando-os à correção da inflação, a polêmica PEC 241, conseguiu reunir contra sua aprovação profissionais de diversas categorias.
O repúdio à PEC 241 é compartilhado por economistas, médicos de várias áreas, juízes federais, promotores, defensores públicos, Ordem dos Advogados do Brasil, além de intelectuais, artistas e líderes de movimentos sociais. Á PEC 241, está em discussão no Plenário da Câmara nesta terça-feira, 25, e pode ser aprovada em segundo turno.
O repúdio à PEC 241 é compartilhado por economistas, médicos de várias áreas, juízes federais, promotores, defensores públicos, Ordem dos Advogados do Brasil, além de intelectuais, artistas e líderes de movimentos sociais. Á PEC 241, está em discussão no Plenário da Câmara nesta terça-feira, 25, e pode ser aprovada em segundo turno.
TEMER MARCA REUNIÃO ENTRE CHEFES DE TODOS OS PODERES
O governo do presidente Michel Temer reconheceu que o Brasil vive uma crise institucional sem precedentes.
Prova disso é que, para tentar contorná-la, marcou uma reunião para esta quarta-feira, às 11h, no Palácio do Planalto, com os chefes de todos os poderes: ele próprio, assim como os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia.
A gota d´água foi a Operação Métis, da Polícia Federal, deflagrada pela Polícia Federal, com autorização do juiz Vallisney Souza, de Brasília. Nela, quatro policiais legislativos foram presos, acusados de fazer varreduras para sabotar a Lava Jato.
Renan viu na operação uma agressão ao Poder Legislativo, no que contou com o apoio de Rodrigo Maia, do ministro Gilmar Mendes e do ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil. Mais do que isso, ele pediu a cabeça do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, a quem chamou de "chefete de polícia", e criticou o magistrado Vallisney, a quem chamou de "um juizeco" de primeira instância.
Carmen Lúcia, no entanto, saiu em defesa do Judiciário, contando com apoio de associações de magistrados e procuradores. Nesta quarta, os quatro poderão posar sorridentes, mas a crise institucional brasileira começou bem antes, quando todos os poderes se uniram para levar adiante um golpe parlamentar.
a ministra Cármen Lúcia não deverá participar da reunião proposta pelo presidente Michel Temer "Ela vai se encontrar com o Renan sim, mas na reunião geral de sexta, com Alexandre de Moraes e o comando da PF, sobre a questão de segurança pública, que terá também Temer, Rodrigo Maia, Jungmann, Serra e OAB."
Prova disso é que, para tentar contorná-la, marcou uma reunião para esta quarta-feira, às 11h, no Palácio do Planalto, com os chefes de todos os poderes: ele próprio, assim como os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia.
A gota d´água foi a Operação Métis, da Polícia Federal, deflagrada pela Polícia Federal, com autorização do juiz Vallisney Souza, de Brasília. Nela, quatro policiais legislativos foram presos, acusados de fazer varreduras para sabotar a Lava Jato.
Renan viu na operação uma agressão ao Poder Legislativo, no que contou com o apoio de Rodrigo Maia, do ministro Gilmar Mendes e do ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil. Mais do que isso, ele pediu a cabeça do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, a quem chamou de "chefete de polícia", e criticou o magistrado Vallisney, a quem chamou de "um juizeco" de primeira instância.
Carmen Lúcia, no entanto, saiu em defesa do Judiciário, contando com apoio de associações de magistrados e procuradores. Nesta quarta, os quatro poderão posar sorridentes, mas a crise institucional brasileira começou bem antes, quando todos os poderes se uniram para levar adiante um golpe parlamentar.
a ministra Cármen Lúcia não deverá participar da reunião proposta pelo presidente Michel Temer "Ela vai se encontrar com o Renan sim, mas na reunião geral de sexta, com Alexandre de Moraes e o comando da PF, sobre a questão de segurança pública, que terá também Temer, Rodrigo Maia, Jungmann, Serra e OAB."
ODEBRECHT FECHA ACORDO DE DELAÇÃO PREMIADA E COLOCA POLÍTICOS EM POLVOROSA
Oito meses de idas e vindas nas negociações com o juiz Sérgio Moro, titular do Tribunal Regional Federal (TRF) do Paraná, terminaram nesta terça-feira. O herdeiro da maior empreiteira do país, Marcelo Odebrecht fechou o acordo de delação premiada da empreiteira.
A informação foi vazada para a mídia conservadora, que cita uma fonte próxima ao processo. Analistas políticos consideram esta como a maior série de acordos de delação já firmados na história jurídica do país.
Além do ex-presidente da empresa, outros 50 executivos se comprometeram a denunciar cada detalhe sobre o esquema de corrupção sustentado pela construtora. As delações premiadas na Operação Lava Jato atingem, frontalmente, os três principais líderes do PSDB. O senador Aécio Neves (PSDB/MG), o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador José Serra (PSDB-SP). Todos eles foram citados em delações premiadas e, agora, homologadas no Supremo Tribunal Federal (STF).
Acordo abrangente
Tanto o presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, quanto Marcelo Odebrecht confessaram em juízo que os três líderes tucanos receberam propina de esquemas fraudulentos montados na Petrobras e em outras empresas públicas. Os acordos, no entanto, ainda estão aquém da expectativa dos procuradores, embora sejam ainda mais abrangentes.
Diante de tantos delatores, a investigação tende a alinhá-los segundo a hierarquia na escala da corrupção. Prevê-se que, com os novos depoimentos, delatores como Otávio Azevedo, da Andrade Gutierrez, e Léo Pinheiro, da OAS, serão novamente chamados. Precisarão explicar os casos de corrupção omitidos, deliberadamente, em suas delações.
Em fila
Fontes próximas à investigação confirmam que as acusações atingem “de forma democrática” líderes de todos os grandes partidos, seja no governo ou na oposição. No caixa dois da Odebrecht não havia distinção partidária ou ideológica, diz a fonte, que garante ter lido o acordo de Odebrecht. A regra, disse a jornalistas, “era exercer o pragmatismo na guerra pelos melhores contratos com a administração pública”.
19 de outubro de 2016
CUNHA É PRESO EM BRASÍLIA E LEVADO PARA O PARANÁ
O deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) desembarcou em Curitiba às 16h45 desta quarta-feira (19). Ele foi preso em Brasília, por determinação do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos em primeira instância da Operação Lava Jato.
O ex-presidente da Câmara dos Deputados embarcou às 15h em um avião da Polícia Federal (PF), no aeroporto de Brasília. Agora, ele será levado à carceragem da própria PF, na capital paranaense, onde ficará preso.A prisão dele é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado.
No despacho que determinou a prisão, Moro diz que o poder de Cunha para obstruir a Lava Jato "não se esvaziou". O juiz havia autorizado a PF a entrar na casa de Cunha no Rio de Janeiro para prendê-lo. Segundo Moro, a prática serial de crimes por parte de Cunha, por anos, impõe risco à ordem pública. “A dimensão e o caráter serial dos crimes estendendo-se por vários anos, é característico do risco à ordem pública”.
O ex-presidente da Câmara dos Deputados embarcou às 15h em um avião da Polícia Federal (PF), no aeroporto de Brasília. Agora, ele será levado à carceragem da própria PF, na capital paranaense, onde ficará preso.A prisão dele é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado.
No despacho que determinou a prisão, Moro diz que o poder de Cunha para obstruir a Lava Jato "não se esvaziou". O juiz havia autorizado a PF a entrar na casa de Cunha no Rio de Janeiro para prendê-lo. Segundo Moro, a prática serial de crimes por parte de Cunha, por anos, impõe risco à ordem pública. “A dimensão e o caráter serial dos crimes estendendo-se por vários anos, é característico do risco à ordem pública”.
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