Os licenciamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil em março recuaram 23,6 por cento sobre o mesmo mês do ano passado, encerrando o primeiro trimestre com baixa anual de 28,6 por cento, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela associação de concessionárias, Fenabrave.
As vendas no mercado interno em março somaram 179.294 veículos, acumulando no trimestre 481.390 unidades. Sobre fevereiro, os licenciamentos de março subiram 22,1 por cento.
O segmento de carros e comerciais leves teve queda de 23,3 por cento ante março passado, enquanto em caminhões houve baixa de 25,9 por cento, e ônibus mostrando recuo de 45,4 por cento, segundo a Fenabrave.
3 de abril de 2016
2 de abril de 2016
TERMINA NESTE SÁBADO (2) PRAZO PARA FILIAÇÃO PARTIDÁRIA
O prazo para a filiação partidária daqueles que pretendem participar das eleições municipais deste ano termina hoje (2). Por isso, quem pretende concorrer aos cargos de prefeito, vice-prefeito ou vereador nas eleições de outubro, precisa ter a filiação aprovada pelo partido político até este sábado.
Segundo o TSE, ao se filiar a um partido, a pessoa aceita e adota o programa da legenda e passa a integrá-la. A filiação é também, segundo a Constituição Federal, uma das condições de elegibilidade.
O prazo final para que a filiação ocorra está estabelecido na legislação do país. “A Lei das Eleições determina que, para concorrer às eleições, o candidato deverá estar com a filiação deferida pelo partido no mínimo seis meses antes da data do pleito”, explica o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga. Segundo o magistrado, quem não respeitar a data limite não poderá participar da disputa.
O tempo mínimo de seis meses para a filiação foi uma das mudanças feitas pela reforma eleitoral de 2015 e que já vale para as eleições deste ano. “Houve alteração na data limite de filiação. Para participar da disputa eleitoral em 2016, o candidato deve estar filiado a um partido político até o dia 2 de abril, ou seja, seis meses antes da data do primeiro turno das eleições, que será realizado no dia 2 de outubro.
Além do prazo para filiação, a Lei das Eleições estabelece outras regras, como a que prevê que o candidato deve possuir domicílio eleitoral na localidade para a qual vai concorrer, pelo menos um ano antes das eleições.
Segundo o TSE, ao se filiar a um partido, a pessoa aceita e adota o programa da legenda e passa a integrá-la. A filiação é também, segundo a Constituição Federal, uma das condições de elegibilidade.
O prazo final para que a filiação ocorra está estabelecido na legislação do país. “A Lei das Eleições determina que, para concorrer às eleições, o candidato deverá estar com a filiação deferida pelo partido no mínimo seis meses antes da data do pleito”, explica o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga. Segundo o magistrado, quem não respeitar a data limite não poderá participar da disputa.
O tempo mínimo de seis meses para a filiação foi uma das mudanças feitas pela reforma eleitoral de 2015 e que já vale para as eleições deste ano. “Houve alteração na data limite de filiação. Para participar da disputa eleitoral em 2016, o candidato deve estar filiado a um partido político até o dia 2 de abril, ou seja, seis meses antes da data do primeiro turno das eleições, que será realizado no dia 2 de outubro.
Além do prazo para filiação, a Lei das Eleições estabelece outras regras, como a que prevê que o candidato deve possuir domicílio eleitoral na localidade para a qual vai concorrer, pelo menos um ano antes das eleições.
ABRIL DEVERÁ SER O MÊS MAIS CHUVOSO DO ANO, DIZ METEOROLOGISTA
O mês de abril deverá ser o mais chuvoso do ano. É o que apontam as previsões meteorológicas . Conforme o meteorologista José Espínola, o volume de chuvas previsto para abril deverá ficar na média ou um pouco acima da média para o período. “O volume médio de chuvas para o mês de abril é em torno de 160 milímetros”, revela.
O motivo para a perspectiva de boas chuvas para este mês, segundo o especialista, é o enfraquecimento do El Niño no Oceano Pacífico e o aumento das temperaturas do Oceano Atlântico, em especial próximo aos estados do Ceará e Rio Grande do Norte. Os fenômenos aumentam a probabilidade de chuvas para os próximos dias.
O meteorologista revela que a previsão é que as chuvas permaneçam dentro da média até maio. Contudo, ele ressalta que, embora a perspectiva para o volume de chuvas esteja dentro do esperado, as precipitações pluviométricas deverão ser irregulares e mal distribuídas, o que não é um bom indício para o setor da agricultura.
Já com relação ao volume dos reservatórios de água no estado, o prognóstico de chuvas anima, mas ainda não é o suficiente para reverter o quadro de dificuldades causado por cinco anos de seca. Espínola revela que o volume de chuvas previsto para cair nos próximos dois meses, dependendo da forma como for distribuído, será suficiente para aumentar em torno de 30 a 40 por cento o volume dos reservatórios de água do Rio Grande do Norte.
O motivo para a perspectiva de boas chuvas para este mês, segundo o especialista, é o enfraquecimento do El Niño no Oceano Pacífico e o aumento das temperaturas do Oceano Atlântico, em especial próximo aos estados do Ceará e Rio Grande do Norte. Os fenômenos aumentam a probabilidade de chuvas para os próximos dias.
O meteorologista revela que a previsão é que as chuvas permaneçam dentro da média até maio. Contudo, ele ressalta que, embora a perspectiva para o volume de chuvas esteja dentro do esperado, as precipitações pluviométricas deverão ser irregulares e mal distribuídas, o que não é um bom indício para o setor da agricultura.
Já com relação ao volume dos reservatórios de água no estado, o prognóstico de chuvas anima, mas ainda não é o suficiente para reverter o quadro de dificuldades causado por cinco anos de seca. Espínola revela que o volume de chuvas previsto para cair nos próximos dois meses, dependendo da forma como for distribuído, será suficiente para aumentar em torno de 30 a 40 por cento o volume dos reservatórios de água do Rio Grande do Norte.
OPOSIÇÃO ACUSA DILMA E LÍDER DO MST DE INCITAR VIOLÊNCIA
A oposição protocolou nesta sexta-feira (1º), uma representação na PGR (Procuradoria Geral da República) contra a presidente Dilma Rousseff e o coordenador nacional do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos, por suposta prática de incitação à violência como resistência ao pedido de impeachment em trâmite na Câmara dos Deputados.
Assinado pelo líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA), a representação também pede abertura de inquérito para apurar possível prática de constituição de "milícia armada" e improbidade administrativa. Boulos, representante do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, teria dito nesta semana, em evento no Palácio do Planalto, que haverá mobilização nas ruas "para resistir a esse golpe".
"Isso (golpe) não funciona mais hoje. Não funcionará e é por isso que dizemos: vai ter luta, vai ter resistência. Não passarão com esse golpe de araque no Brasil", teria dito Boulos, de acordo com a petição protocolada por Imbassahy.Na representação, Imbassahy diz que Dilma fez pronunciamentos "indecorosos e indignos do cargo que ocupa", ratificando o discurso de Boulos de que o atual processo de impeachment é um golpe.
"Ora, a Presidente da República não tem o direito de dizer que um procedimento de impeachment que já foi analisado pelo Supremo Tribunal Federal, e considerado legítimo, é golpe. O procedimento de impeachment existe justamente para saber se houve ou não o crime de responsabilidade. Se a Presidente da República considera que não há crime de responsabilidade, cabe a ela defender-se nos autos desse processo. Esse é o direito que lhe assiste. Mas não lhe cabe provocar discursos inflamados, tentar jogar a população contra as instituições e tolerar ou amplificar promessas de resistência armada feitas nas barbas dos poderes constituídos brasileiros", diz a petição.
Assinado pelo líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA), a representação também pede abertura de inquérito para apurar possível prática de constituição de "milícia armada" e improbidade administrativa. Boulos, representante do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, teria dito nesta semana, em evento no Palácio do Planalto, que haverá mobilização nas ruas "para resistir a esse golpe".
"Isso (golpe) não funciona mais hoje. Não funcionará e é por isso que dizemos: vai ter luta, vai ter resistência. Não passarão com esse golpe de araque no Brasil", teria dito Boulos, de acordo com a petição protocolada por Imbassahy.Na representação, Imbassahy diz que Dilma fez pronunciamentos "indecorosos e indignos do cargo que ocupa", ratificando o discurso de Boulos de que o atual processo de impeachment é um golpe.
"Ora, a Presidente da República não tem o direito de dizer que um procedimento de impeachment que já foi analisado pelo Supremo Tribunal Federal, e considerado legítimo, é golpe. O procedimento de impeachment existe justamente para saber se houve ou não o crime de responsabilidade. Se a Presidente da República considera que não há crime de responsabilidade, cabe a ela defender-se nos autos desse processo. Esse é o direito que lhe assiste. Mas não lhe cabe provocar discursos inflamados, tentar jogar a população contra as instituições e tolerar ou amplificar promessas de resistência armada feitas nas barbas dos poderes constituídos brasileiros", diz a petição.
LULA PARTICIPA DE ATO CONTRA IMPEACHMENT EM FORTALEZA
O ex-presidente Lula afirmou neste sábado (2), em ato contra o impeachment e a favor da democracia, em Fortaleza (CE), que os opositores precisam explicar o porquê de tanto ódio contra a primeira presidente do país.
"Será que é ódio por que a empregada doméstica passou a ter direito neste país? Será que é ódio por que filho de pobre, negro, da periferia, passou a fazer faculdade, por que 22 milhões de empregos foram gerados em 12 anos, por que todos os trabalhadores organizados tiveram aumento de salário? Será que é por causa do Fies, do Pronatec, das escolas técnicas, do Minha Casa Minha Vida, do Bolsa Família e do aumento real do salario minimo?.
Lula também falou sobre a possibilidade de reassumir a Casa Civil: "Quinta-feira, eu estarei assumindo a Casa Civil, se a Suprema Corte aprovar, para ajudar a presidente Dilma, andar de mãos dadas com ela e com vocês"; o ex-presidente disse também que "a melhor forma de chegar ao poder é pelo voto" e avisou: "o resto é golpe".
"Será que é ódio por que a empregada doméstica passou a ter direito neste país? Será que é ódio por que filho de pobre, negro, da periferia, passou a fazer faculdade, por que 22 milhões de empregos foram gerados em 12 anos, por que todos os trabalhadores organizados tiveram aumento de salário? Será que é por causa do Fies, do Pronatec, das escolas técnicas, do Minha Casa Minha Vida, do Bolsa Família e do aumento real do salario minimo?.
Lula também falou sobre a possibilidade de reassumir a Casa Civil: "Quinta-feira, eu estarei assumindo a Casa Civil, se a Suprema Corte aprovar, para ajudar a presidente Dilma, andar de mãos dadas com ela e com vocês"; o ex-presidente disse também que "a melhor forma de chegar ao poder é pelo voto" e avisou: "o resto é golpe".
56% SÃO CONTRA IMPEACHMENT E 83% NÃO QUEREM TEMER PRESIDENTE
Levantamento do instituto de pesquisa Digzoo feito entre os leitores do portal iG mostra que o impeachment da presidente Dilma Rousseff não é uma medida vista de forma tão positiva pela população brasileira.
De acordo com 56% dos leitores do iG que participaram do levantamento, Dilma não deve deixar a Presidência da República. A pesquisa mostra que 83% dos internautas não ficariam felizes com o vice-presidente Michel Temer no comando do país. Além disso, 81% deles não acreditam que um eventual mandato do peemedebista solucionará a atual crise política do País.
Ao mesmo tempo, 75% dos entrevistados não confiam que Temer conseguirá fazer a economia melhorar em curto prazo na Presidência e um total de 80% não acredita que a corrupção diminuirá em um governo peemedebista.
Realizada entre 30 e 31 de março, após o desembarque do PMDB do governo e os protestos dos apoiadores de Dilma realizados em todo o Brasil, a amostra do instituto de pesquisas Digzzo em parceria com o iG contou com a participação de 3.985 internautas.
De acordo com 56% dos leitores do iG que participaram do levantamento, Dilma não deve deixar a Presidência da República. A pesquisa mostra que 83% dos internautas não ficariam felizes com o vice-presidente Michel Temer no comando do país. Além disso, 81% deles não acreditam que um eventual mandato do peemedebista solucionará a atual crise política do País.
Ao mesmo tempo, 75% dos entrevistados não confiam que Temer conseguirá fazer a economia melhorar em curto prazo na Presidência e um total de 80% não acredita que a corrupção diminuirá em um governo peemedebista.
Realizada entre 30 e 31 de março, após o desembarque do PMDB do governo e os protestos dos apoiadores de Dilma realizados em todo o Brasil, a amostra do instituto de pesquisas Digzzo em parceria com o iG contou com a participação de 3.985 internautas.
FICOU MUITO FÁCIL ESCOLHER O LADO CERTO DA HISTÓRIA
Aos indecisos sobre o momento político brasileiro, há uma questão importante a ser definida: do lado de quem querem estar.?
Dos peemedebistas Eduardo Cunha, Romero Jucá e Eliseu Padilha, que já foram citados em vários escândalos e sacramentaram a traição contra a presidente Dilma Roussef.f?
Dos tucanos José Serra e Aécio Neves que foram a Portugal pregar a ruptura da ordem democrática? Ou de Letícia Sabatella, que mesmo fazendo oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff, foi ao Palácio do Planalto defender a democracia.?
Quem sabe, então, de Chico Buarque, que, depois de ter vivido 1964, agradeceu aos jovens que foram às ruas no dia 31 e lhe deram a certeza de que a tragédia do passado não se repetirá no presente? Ou, ainda, de Wagner Moura, que, num artigo cristalino, cravou que Dilma é vítima de um golpe clássico? Nunca foi tão simples optar entre o certo e o errado, faça sua própria escolha.
Dos peemedebistas Eduardo Cunha, Romero Jucá e Eliseu Padilha, que já foram citados em vários escândalos e sacramentaram a traição contra a presidente Dilma Roussef.f?
Dos tucanos José Serra e Aécio Neves que foram a Portugal pregar a ruptura da ordem democrática? Ou de Letícia Sabatella, que mesmo fazendo oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff, foi ao Palácio do Planalto defender a democracia.?
Quem sabe, então, de Chico Buarque, que, depois de ter vivido 1964, agradeceu aos jovens que foram às ruas no dia 31 e lhe deram a certeza de que a tragédia do passado não se repetirá no presente? Ou, ainda, de Wagner Moura, que, num artigo cristalino, cravou que Dilma é vítima de um golpe clássico? Nunca foi tão simples optar entre o certo e o errado, faça sua própria escolha.
RENAN: TEMER FOI “BURRO“ AO FORÇAR ROMPIMENTO
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), avalia que o vice-presidente Michel Temer errou e passou a correr riscos desnecessários ao forçar a mão para que o PMDB rompesse com o governo, acelerando o processo de impeachment.
Renan chegou a dizer a outros parlamentares que o vice-presidente "foi muito burro"; Calheiros diz que, ao se colocar como contraponto de Dilma Rousseff, o vice se posicionou na linha de tiro e atraiu para ele os ataques dos que são contrários ao impeachment; Temer teria, segundo o presidente do Senado, "enchido a caneta" de Dilma de tinta, abrindo espaço para que ela fizesse centenas de nomeações para atrair aliados.
Renan chegou a dizer a outros parlamentares que o vice-presidente "foi muito burro"; Calheiros diz que, ao se colocar como contraponto de Dilma Rousseff, o vice se posicionou na linha de tiro e atraiu para ele os ataques dos que são contrários ao impeachment; Temer teria, segundo o presidente do Senado, "enchido a caneta" de Dilma de tinta, abrindo espaço para que ela fizesse centenas de nomeações para atrair aliados.
BRASIL NÃO AGUENTA MAIS TANTA INSTABILIDADE POLÍTICA
Predomina, entre os agentes econômicos, a percepção de que o Brasil não aguenta mais tanta instabilidade política e de que é urgente encontrar uma solução para a crise qualquer que seja ela.
Ou seja: deve-se aprovar ou rejeitar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, ainda em abril, para que, superada a turbulência política, a economia possa voltar a crescer.
Esta leitura da realidade traduz a angústia dos empresários, mas ignora a dinâmica dos fenômenos sociais. No primeiro cenário, se o impeachment for aprovado e Michel Temer vier a assumir a presidência da República, ninguém é capaz de prever qual será a reação dos atores sociais que, na última quinta-feira, mais uma vez voltaram às ruas em defesa da democracia e da legitimidade do governo da presidente Dilma.
Ou seja: em vez de paz social, o Brasil poderá mergulhar num período de caos ainda mais profundo, como previu o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal.
No segundo cenário, se a presidente Dilma conseguir reunir os votos necessários para barrar o impeachment, ainda assim ela terá dificuldades para formar maiorias no parlamento e aprovar reformas pontuais ou estruturais que dinamizem a economia. Isso num ambiente em que a arrecadação federal já foi seriamente afetada pelo clima de guerra instalado no Brasil há quase dois anos o que resultou num déficit fiscal recorde, de R$ 23 bilhões, no mês de fevereiro.
Ou seja: as opções que hoje se colocam no horizonte são de um governo potencialmente ilegítimo, aos olhos de parte da população, e outro sem maioria parlamentar. A única saída viável para esse impasse seria o diálogo responsável entre as principais lideranças políticas do País, envolvendo PT, PSDB e PMDB, além de siglas menores, em torno de um novo modelo político. O atual faliu e o novo ainda nasceu.
Ou seja: deve-se aprovar ou rejeitar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, ainda em abril, para que, superada a turbulência política, a economia possa voltar a crescer.
Esta leitura da realidade traduz a angústia dos empresários, mas ignora a dinâmica dos fenômenos sociais. No primeiro cenário, se o impeachment for aprovado e Michel Temer vier a assumir a presidência da República, ninguém é capaz de prever qual será a reação dos atores sociais que, na última quinta-feira, mais uma vez voltaram às ruas em defesa da democracia e da legitimidade do governo da presidente Dilma.
Ou seja: em vez de paz social, o Brasil poderá mergulhar num período de caos ainda mais profundo, como previu o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal.
No segundo cenário, se a presidente Dilma conseguir reunir os votos necessários para barrar o impeachment, ainda assim ela terá dificuldades para formar maiorias no parlamento e aprovar reformas pontuais ou estruturais que dinamizem a economia. Isso num ambiente em que a arrecadação federal já foi seriamente afetada pelo clima de guerra instalado no Brasil há quase dois anos o que resultou num déficit fiscal recorde, de R$ 23 bilhões, no mês de fevereiro.
Ou seja: as opções que hoje se colocam no horizonte são de um governo potencialmente ilegítimo, aos olhos de parte da população, e outro sem maioria parlamentar. A única saída viável para esse impasse seria o diálogo responsável entre as principais lideranças políticas do País, envolvendo PT, PSDB e PMDB, além de siglas menores, em torno de um novo modelo político. O atual faliu e o novo ainda nasceu.
PROSTITUIÇÃO EXPLÍCITA NAS DEPENDÊNCIAS DO CONGRESSO NACIONAL
Fotos que circulam em diversos grupo de WhatsApp mostram uma garota de programa em serviço no Congresso Nacional.
Com o adesivo de visitantes da Casa, a mulher foi fotografada na porta de entrada das comissões e dentro do banheiro masculino.
Nas imagens, ela também faz poses e sexo oral com um homem não identificado e que estava usando um terno escuro.
Ao ser abordada, a mulher confirmou que é garota de programa. A moça ainda contou que o cachê chega a R$ 1 mil, dependendo do local do atendimento e do tempo que passará com o cliente. A assessoria de comunicação da Câmara, que informou que o Departamento de Polícia Legislativa (Depol) foi acionado e que as informações estão sendo analisadas.
Com o adesivo de visitantes da Casa, a mulher foi fotografada na porta de entrada das comissões e dentro do banheiro masculino.
Nas imagens, ela também faz poses e sexo oral com um homem não identificado e que estava usando um terno escuro.
Ao ser abordada, a mulher confirmou que é garota de programa. A moça ainda contou que o cachê chega a R$ 1 mil, dependendo do local do atendimento e do tempo que passará com o cliente. A assessoria de comunicação da Câmara, que informou que o Departamento de Polícia Legislativa (Depol) foi acionado e que as informações estão sendo analisadas.
1 de abril de 2016
RN 'FECHA' MARÇO COM AUSÊNCIA DE CHUVA EM 107 MUNICÍPIOS
O Rio Grande do Norte "fechou" o mês de março com a ausência de chuva em 107 municípios.
A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) aponta que no mês passado, 74 cidades potiguares figuraram na situação crítica de "muito seco" e que outros 33 municípios apareceram como "seco".
Apenas três cidades figuraram nesse período como "chuvosa". No mês anterior, a Emparn apontou que 36 municípios foram classificados como "muito seco" e outros 49 como "seco". Apenas cinco cidades apareceram em fevereiro como "muito chuvoso".
No primeiro mês do ano, o cenário de chuvas no estado foi menos preocupante. Em janeiro, 95 municípos figuraram como "muito chuvoso" e 37 como "chuvoso". Apenas seis aparecem como "muito seco".
A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) aponta que no mês passado, 74 cidades potiguares figuraram na situação crítica de "muito seco" e que outros 33 municípios apareceram como "seco".
Apenas três cidades figuraram nesse período como "chuvosa". No mês anterior, a Emparn apontou que 36 municípios foram classificados como "muito seco" e outros 49 como "seco". Apenas cinco cidades apareceram em fevereiro como "muito chuvoso".
No primeiro mês do ano, o cenário de chuvas no estado foi menos preocupante. Em janeiro, 95 municípos figuraram como "muito chuvoso" e 37 como "chuvoso". Apenas seis aparecem como "muito seco".
MEDICAMENTOS PODEM SER REAJUSTADOS EM ATÉ 12,5%
Resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 1º, fixou em 12,5% o reajuste máximo permitido aos fabricantes na definição dos preços dos medicamentos.
Segundo o documento, a regulação é válida para um universo de mais de 9 mil medicamentos com preços controlados pelo governo.
De acordo com a resolução, o reajuste nos preços dos remédios teve por base o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 9 de março de 2016, que acumula variação de 10,36% entre março de 2015 e fevereiro de 2016.
Diferentemente de outros anos, o governo determinou dessa vez apenas uma faixa de reajuste máximo para todas as categorias de medicamentos. Nos anos anteriores, foram autorizados 3 níveis diferentes de alta, conforme o perfil de concorrência dos produtos, seguindo a lógica de que, nas categorias com um maior número de genéricos, a concorrência é maior e, portanto, o aumento também pode ser maior.
As farmácias e drogarias deverão manter à disposição dos consumidores e dos órgãos de defesa do consumidor as listas dos preços de medicamentos atualizadas, informa a resolução.
Segundo o documento, a regulação é válida para um universo de mais de 9 mil medicamentos com preços controlados pelo governo.
De acordo com a resolução, o reajuste nos preços dos remédios teve por base o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 9 de março de 2016, que acumula variação de 10,36% entre março de 2015 e fevereiro de 2016.
Diferentemente de outros anos, o governo determinou dessa vez apenas uma faixa de reajuste máximo para todas as categorias de medicamentos. Nos anos anteriores, foram autorizados 3 níveis diferentes de alta, conforme o perfil de concorrência dos produtos, seguindo a lógica de que, nas categorias com um maior número de genéricos, a concorrência é maior e, portanto, o aumento também pode ser maior.
As farmácias e drogarias deverão manter à disposição dos consumidores e dos órgãos de defesa do consumidor as listas dos preços de medicamentos atualizadas, informa a resolução.
RAIO MATA 36 ANIMAIS NO INTERIOR DO RN
Trinta e seis animais morreram após um raio atingir parte do rebanho em uma fazenda na cidade de Currais Novos, na região do Seridó potiguar. De acordo com o proprietário, os animais ficaram soltos durante um temporal registrado entre a tarde e a noite da última quarta-feira (30).
Segundo Ivo Júnior, proprietário dos animais, 29 caprinos e 7 ovinos morreram qunado um raio caiu na propriedade atingido o rebando. O prejuízo estimado com a perda é de R$ 6 mil. O criador ainda contou que só encontrou os animais mortos na manhã da quinta.
“Eu soltei os animais no início da tarde. Como depois começou a chover e eu estava doente, não os recolhi de volta para o cercado. Eles acabaram se amoitando próximo a uma casa em construção, exatamente no local aonde o raio caiu”, explicou Ivo.
Segundo Ivo Júnior, proprietário dos animais, 29 caprinos e 7 ovinos morreram qunado um raio caiu na propriedade atingido o rebando. O prejuízo estimado com a perda é de R$ 6 mil. O criador ainda contou que só encontrou os animais mortos na manhã da quinta.
“Eu soltei os animais no início da tarde. Como depois começou a chover e eu estava doente, não os recolhi de volta para o cercado. Eles acabaram se amoitando próximo a uma casa em construção, exatamente no local aonde o raio caiu”, explicou Ivo.
DEPUTADOS REPRESENTAM CONTRA MORO NO CNJ
Um grupo de deputados federais da base do governo da presidente Dilma Rousseff protocolou junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma representação pedindo que sejam apuradas possíveis infrações disciplinares cometidas pelo juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara de Curitiba, que comanda os processos da Lava Jato em primeira instância.
Entre elas, de acordo com os parlamentares, estaria a interceptação telefônica do escritório de advocacia Teixeira, Martins & Advogados, responsável pela defesa do ex-presidente Lula. "O grampo alcançou, de maneira ilegal, 25 advogados e 300 clientes", sustentam os deputados na ação.
O documento protocolado no CNJ é assinado pelos deputados Afonso Florence (PT-BA), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Henrique Fontana (PT-RS), Paulo Pimenta (PT-RS), Paulo Teixeira (PT-SP), Pepe Vargas (PT-RS), Rubens Pereira Junior (PCdoB-MA) e Wadih Damous (PT-RJ).
Entre elas, de acordo com os parlamentares, estaria a interceptação telefônica do escritório de advocacia Teixeira, Martins & Advogados, responsável pela defesa do ex-presidente Lula. "O grampo alcançou, de maneira ilegal, 25 advogados e 300 clientes", sustentam os deputados na ação.
O documento protocolado no CNJ é assinado pelos deputados Afonso Florence (PT-BA), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Henrique Fontana (PT-RS), Paulo Pimenta (PT-RS), Paulo Teixeira (PT-SP), Pepe Vargas (PT-RS), Rubens Pereira Junior (PCdoB-MA) e Wadih Damous (PT-RJ).
DILMA:“NÃO VAMOS PERMITIR QUE DEMOCRACIA SEJA MANCHADA”
A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (1º) que a democracia no Brasil está "ameaçada" e que as regras do jogo não podem ser rompidas, porque, caso contrário, torna a relação entre as pessoas "problematizada".
Ela lembrou que, na ditadura, a relação é de imposição e que não há democracia "quando o direito de alguns é atropelado pelo arbítrio de outros". "Hoje, precisamos nos manter vigilantes e oferecer resistências às tendências antidemocráticas e às provocações. Nós não defendemos qualquer processo de perseguição de qualquer autoridade porque pensa assim ou assado.
Nós não defendemos a violência. Eles [os opositores] defendem. Eles exercem a violência. Nós, não. Sem democracia, a estrada das lutas pela igualdade, contra o preconceito será muito mais difícil. Por isso, nós não vamos permitir que nossa democracia seja manchada", disse Dilma.
Ela lembrou que, na ditadura, a relação é de imposição e que não há democracia "quando o direito de alguns é atropelado pelo arbítrio de outros". "Hoje, precisamos nos manter vigilantes e oferecer resistências às tendências antidemocráticas e às provocações. Nós não defendemos qualquer processo de perseguição de qualquer autoridade porque pensa assim ou assado.
Nós não defendemos a violência. Eles [os opositores] defendem. Eles exercem a violência. Nós, não. Sem democracia, a estrada das lutas pela igualdade, contra o preconceito será muito mais difícil. Por isso, nós não vamos permitir que nossa democracia seja manchada", disse Dilma.
MORRE CHICO FUMEIRO EX-PREFEITO DE EQUADOR
O ex-prefeito da cidade Equador, na região Seridó, Francisco Sabino de Oliveira, conhecido como: Chico Fumeiro, de 89 anos, morreu na manhã desta sexta-feira, dia 1° de Abril. Ele chegou a ser prefeito daquela cidade por dois mandatos,também foi vice-prefeito por duas vezes e ainda chegou a ser vereador por três mandatos.
O velório do ex-prefeito acontece hoje (1º), a partir das 12h, na sua residência, e amanhã será celebrada missa de corpo presente às 8 h, e em seguida sepultamento no cemitério da cidade.
Chico Fumeiro Deixa um legado de luta com muita integridade e trabalho para mim, seu filho, o ex-prefeito Zenon Sabino, e seus sete filhos. Foi sem dúvida, um grande homem público, administrador, municipalista convicto, político íntegro e cidadão sempre fiel aos seus ideais. Que Deus o receba na sua morada divina”, disse a atual prefeita do município, Zenaide Sabino, que é nora da Chico Fumeiro.
O velório do ex-prefeito acontece hoje (1º), a partir das 12h, na sua residência, e amanhã será celebrada missa de corpo presente às 8 h, e em seguida sepultamento no cemitério da cidade.
Chico Fumeiro Deixa um legado de luta com muita integridade e trabalho para mim, seu filho, o ex-prefeito Zenon Sabino, e seus sete filhos. Foi sem dúvida, um grande homem público, administrador, municipalista convicto, político íntegro e cidadão sempre fiel aos seus ideais. Que Deus o receba na sua morada divina”, disse a atual prefeita do município, Zenaide Sabino, que é nora da Chico Fumeiro.
MORRE EX-DEPUTADO PATRÍCIO JÚNIOR
Faleceu vítima de infarto na manhã desta sexta-feira (1º de Abril), na cidade de Pau dos Ferros, no alto oeste potiguar, o ex-deputado Patrício Junior. Filho de Zuca Patrício, que também foi deputado estadual, ele era advogado, nascido em Alexandria, onde foi prefeito, e era casado com Olga Fernandes, a atual prefeita do município de Martins.
O ex-parlamentar deixa os filhos Patrício Neto, do primeiro casamento, e ainda Patrício José, médico e Maria Luísa, ambos do segundo casamento. O velório está marcado para acontecer nas cidades de Alexandria e Martins, mas o seu sepultamento será amanhã, no cemitério Morada da Paz.
Patrício Junior Morreu no Hospital Regional de Pau dos Ferros, onde estava internado após sofrer um infarto na manhã desta sexta-feira em Martins. O ex-deputado passou mal em casa, foi levado para Pau dos Ferros mas não resistiu. Natural de Alexandria, Patrício Júnior era casado com a atual prefeita de Martins, Olga Fernandes (DEM), e irmão do ex-prefeito de Alexandria, Alberto Patrício.
O ex-parlamentar deixa os filhos Patrício Neto, do primeiro casamento, e ainda Patrício José, médico e Maria Luísa, ambos do segundo casamento. O velório está marcado para acontecer nas cidades de Alexandria e Martins, mas o seu sepultamento será amanhã, no cemitério Morada da Paz.
Patrício Junior Morreu no Hospital Regional de Pau dos Ferros, onde estava internado após sofrer um infarto na manhã desta sexta-feira em Martins. O ex-deputado passou mal em casa, foi levado para Pau dos Ferros mas não resistiu. Natural de Alexandria, Patrício Júnior era casado com a atual prefeita de Martins, Olga Fernandes (DEM), e irmão do ex-prefeito de Alexandria, Alberto Patrício.
JUIZ MANDA SOLTAR UM DOS ENVOLVIDOS NA MORTE DO JORNALISTA F. GOMES
O juiz caicoense, Luiz Cândido de Andrade Villaça, mandou soltar nesta quinta-feira (31), o comerciante Lailson Lopes, que também é conhecido como “Gordo da Rodoviária”.
Ele é um dos réus apontado pela Polícia Civil, como sendo partícipe da morte do jornalista F. Gomes na cidade de Caicó, fato que aconteceu em 2010.
De acordo com a decisão, o advogado reclamou o excesso de prazo e o magistrado de acordo com os termos do artigo 5º, inciso LXVI, da Constituição Federal c/c os artigos 310, 311, 312, 313 e 316 do Código de Processo Penal, concedeu.
A ele foram aplicadas medidas cautelares, quais sejam: Comparecer perante a autoridade, sempre que intimado, para atos do inquérito e da instrução criminal e para o julgamento; Não mudar de residência, sem prévia permissão deste Juízo; Não se ausentar, por mais de 08 (oito) dias, de sua residência, sem comunicar a este Juízo o lugar onde será encontrado e Comparecer diariamente a Penitenciária Estadual do Seridó (PES) para assinar livro de presença diária, entre o intervalo de 18:00 horas às 19:00 horas, como forma de fiscalização da medida.
O comerciantes Lailson Lopes, estava detido no CDP da cidade de Patu. Ele foi condenado em julgamento popular ocorrido em Caicó, mas, o Ministério Público, recorreu para o Tribunal de Justiça, para que a pena fosse aumentada.
Os desembargadores entenderam que na verdade, deveria ocorrer outra sessão de júri, o que foi determinado, mas, a data ainda não foi agendada. Enquanto, isso, o réu aguardava pelo julgamento de recursos impetrados pelo advogado Anesiano Ramos. A Polícia Civil cumpriu o mandado de prisão contra Lailson Lopes no dia 22 de fevereiro de 2011, em Caicó.
Ele é um dos réus apontado pela Polícia Civil, como sendo partícipe da morte do jornalista F. Gomes na cidade de Caicó, fato que aconteceu em 2010.
De acordo com a decisão, o advogado reclamou o excesso de prazo e o magistrado de acordo com os termos do artigo 5º, inciso LXVI, da Constituição Federal c/c os artigos 310, 311, 312, 313 e 316 do Código de Processo Penal, concedeu.
A ele foram aplicadas medidas cautelares, quais sejam: Comparecer perante a autoridade, sempre que intimado, para atos do inquérito e da instrução criminal e para o julgamento; Não mudar de residência, sem prévia permissão deste Juízo; Não se ausentar, por mais de 08 (oito) dias, de sua residência, sem comunicar a este Juízo o lugar onde será encontrado e Comparecer diariamente a Penitenciária Estadual do Seridó (PES) para assinar livro de presença diária, entre o intervalo de 18:00 horas às 19:00 horas, como forma de fiscalização da medida.
O comerciantes Lailson Lopes, estava detido no CDP da cidade de Patu. Ele foi condenado em julgamento popular ocorrido em Caicó, mas, o Ministério Público, recorreu para o Tribunal de Justiça, para que a pena fosse aumentada.
Os desembargadores entenderam que na verdade, deveria ocorrer outra sessão de júri, o que foi determinado, mas, a data ainda não foi agendada. Enquanto, isso, o réu aguardava pelo julgamento de recursos impetrados pelo advogado Anesiano Ramos. A Polícia Civil cumpriu o mandado de prisão contra Lailson Lopes no dia 22 de fevereiro de 2011, em Caicó.
CAIU MAIS UM: ALIADO DE TEMER, É EXONERADO DA VICE-PRESIDÊNCIA DA CAIXA
A presidente Dilma Rousseff exonerou Roberto Derziê de Sant'anna do cargo de vice-presidente da Caixa Econômica Federal. Derziê é ligado ao vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), e empregado do banco há mais de 30 anos.
Derziê havia retornado à Caixa, para a Vice-Presidência de Riscos, em outubro do ano passado, quando deixou a função de secretário executivo de Temer que à época atuava na articulação política do governo.A exoneração do aliado o vice-presidente está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 1.
Esta é mais uma vaga que o PMDB tinha na administração federal e que foi retirada pela presidente Dilma depois que o partido decidiu romper com o governo, o que dificultou a coleta de votos de que a presidente precisa para barrar seu impeachment no Congresso.
Esta semana, Dilma exonerou o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), Walter Gomes de Sousa, e o diretor da Companhia Nacional de Abastecimento Rogério Luiz Zeraik Abdalla, ambos indicados pelo PMDB.
Além da Conab e Dnocs, na semana passada, Antonio Henrique de Carvalho Pires foi exonerado da presidência da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Pires foi indicado ao cargo pelo vice Michel Temer, que só ficou sabendo da demissão do apadrinhado pela publicação no Diário Oficial.
A edição desta sexta do DOU também traz a exoneração de Paulo Ricardo de Matos Ferreira do cargo de diretor da Casa da Moeda do Brasil, vinculada ao Ministério da Fazenda. Para o lugar dele foi nomeado Jehovah de Araujo Silva Junior.
Derziê havia retornado à Caixa, para a Vice-Presidência de Riscos, em outubro do ano passado, quando deixou a função de secretário executivo de Temer que à época atuava na articulação política do governo.A exoneração do aliado o vice-presidente está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 1.
Esta é mais uma vaga que o PMDB tinha na administração federal e que foi retirada pela presidente Dilma depois que o partido decidiu romper com o governo, o que dificultou a coleta de votos de que a presidente precisa para barrar seu impeachment no Congresso.
Esta semana, Dilma exonerou o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), Walter Gomes de Sousa, e o diretor da Companhia Nacional de Abastecimento Rogério Luiz Zeraik Abdalla, ambos indicados pelo PMDB.
Além da Conab e Dnocs, na semana passada, Antonio Henrique de Carvalho Pires foi exonerado da presidência da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Pires foi indicado ao cargo pelo vice Michel Temer, que só ficou sabendo da demissão do apadrinhado pela publicação no Diário Oficial.
A edição desta sexta do DOU também traz a exoneração de Paulo Ricardo de Matos Ferreira do cargo de diretor da Casa da Moeda do Brasil, vinculada ao Ministério da Fazenda. Para o lugar dele foi nomeado Jehovah de Araujo Silva Junior.
EM TODO O PAÍS, MULTIDÕES GRITAM: NÃO VAI TER GOLPE
As manifestações em defesa da democracia e do mandato da presidente Dilma Rousseff, e em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aconteceram nesta quinta-feira em várias capitais e cidades do País, como Brasília, São Paulo, Rio, Recife, Fortaleza, Natal.
Manifestantes de todo o Brasil se concentram, desde o início da tarde, no Estádio Nacional Mané Garrincha Em Brasília, em um ato em defesa da democracia e contrário ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Os manifestantes deram início a uma caminhada que seguiu até o Congresso Nacional.
Representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Frente Brasil Popular, Janeslei Aparecida de Albuquerque disse que houve atos em todos os estados e em centenas de cidades do interior. "Brasília, por ser a capital do país, foi fundamental para dar visibilidade à nossa insatisfação com o golpe que está sendo aplicado contra o Brasil. Motivo pelo qual entre 700 e mil ônibus foram para a capital do país, vindos de todos os estados brasileiros", disse.
No exterior, brasileiros se manifestam contra a ruptura da democracia em em Amsterdam (Holanda), Barcelona (Espanha), Berlim e Münster (Alemanha), Lisboa e Coimbra (Portugal), Copenhagen (Dinamarca), Londres (Inglaterra), Nova York (EUA) e Paris (França).
Manifestantes de todo o Brasil se concentram, desde o início da tarde, no Estádio Nacional Mané Garrincha Em Brasília, em um ato em defesa da democracia e contrário ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Os manifestantes deram início a uma caminhada que seguiu até o Congresso Nacional.
Representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Frente Brasil Popular, Janeslei Aparecida de Albuquerque disse que houve atos em todos os estados e em centenas de cidades do interior. "Brasília, por ser a capital do país, foi fundamental para dar visibilidade à nossa insatisfação com o golpe que está sendo aplicado contra o Brasil. Motivo pelo qual entre 700 e mil ônibus foram para a capital do país, vindos de todos os estados brasileiros", disse.
No exterior, brasileiros se manifestam contra a ruptura da democracia em em Amsterdam (Holanda), Barcelona (Espanha), Berlim e Münster (Alemanha), Lisboa e Coimbra (Portugal), Copenhagen (Dinamarca), Londres (Inglaterra), Nova York (EUA) e Paris (França).
'ESQUEMA DE FURNAS PAGAVA R$ 3 MI POR MÊS'A PARTIDOS E POLÍTICOS
De volta à cena política após perdão da pena de sete anos e 14 dias de prisão no processo do chamado mensalão, o ex-deputado Roberto Jefferson afirma que Dimas Toledo, então diretor de engenharia de Furnas, revelou pessoalmente a ele que sua diretoria rendia apoio de R$ 3 milhões por mês, sendo uma parte ao PT e mais R$ 600 mil a 12 deputados do PSDB.
Indicado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) para o cargo, Dimas fez fortuna manipulando licitações na estatal; ele teria sido também responsável por operacionalizar o chamado mensalão de Furnas, que beneficiou diversos políticos.
Jefferson se diz ainda favorável ao impeachment de Dilma Rousseff, embora aposte na prisão do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara; “Eduardo é o bandido pelo qual eu mais torço”, diz.
Indicado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) para o cargo, Dimas fez fortuna manipulando licitações na estatal; ele teria sido também responsável por operacionalizar o chamado mensalão de Furnas, que beneficiou diversos políticos.
Jefferson se diz ainda favorável ao impeachment de Dilma Rousseff, embora aposte na prisão do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara; “Eduardo é o bandido pelo qual eu mais torço”, diz.
DILMA: SE MARQUETEIRO USOU CAIXA 2, PRECISA EXPLICAR
Presidente Dilma Rousseff teria dito em conversa com assessores que cabe ao marqueteiro João Santana explicar a informação de que ele recebeu dinheiro vivo da empreiteira Odebrecht e fez pagamentos a prestadores de serviços da campanha da petista à reeleição em 2014.
Segundo reportagem da Folha, Dilma diz que a contabilidade de sua eleição em 2014 foi toda oficial e declarada à Justiça Eleitoral e que, se João Santana fez uso de caixa dois como aponta a Lava Jato, a responsabilidade é do seu então marqueteiro, hoje preso, e não de sua campanha.
Segundo reportagem da Folha, Dilma diz que a contabilidade de sua eleição em 2014 foi toda oficial e declarada à Justiça Eleitoral e que, se João Santana fez uso de caixa dois como aponta a Lava Jato, a responsabilidade é do seu então marqueteiro, hoje preso, e não de sua campanha.
MORO DEFLAGROU NESTA SEXTA-FEIRA A 27ª FASE DA LAVA JATO, BATIZADA COMO CARBONO
O juiz Sergio Moro, que conduz a Operação Lava Jato, deflagrou nesta sexta-feira a 27ª fase, batizada como carbono.
Foram presos Silvio Pereira, conhecido como Silvinho, que já foi secretário-geral do PT, assim como o empresário Ronan Maria Pinto, acusado de chantagear o Partido dos Trabalhadores no caso da morte do ex-prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel.
Também foi levado para depor, de forma coercitiva, o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares. O juiz Sergio Moro investiga se empréstimo do Banco Schahin para o pecuarista José Carlos Bumlai tem relação com a morte do ex-prefeito. Também foi levado para depor coercitivamente o jornalista Breno Altman, editor do site Opera Mundi.
Foram presos Silvio Pereira, conhecido como Silvinho, que já foi secretário-geral do PT, assim como o empresário Ronan Maria Pinto, acusado de chantagear o Partido dos Trabalhadores no caso da morte do ex-prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel.
Também foi levado para depor, de forma coercitiva, o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares. O juiz Sergio Moro investiga se empréstimo do Banco Schahin para o pecuarista José Carlos Bumlai tem relação com a morte do ex-prefeito. Também foi levado para depor coercitivamente o jornalista Breno Altman, editor do site Opera Mundi.
DISPUTAS INTERNAS DO PMDB VÊM À TONA DOIS DIAS APÓS DECISÃO DE ROMPER COM GOVERNO
Menos de dois dias após a decisão do PMDB de desembarcar do governo da presidente Dilma Rousseff, as disputas internas do partido começaram a vir à tona nesta quinta-feira, especialmente no momento em que peemedebistas começam a perder seus cargos no segundo e terceiro escalões do governo e ministros do partido brigam para permanecer em seus postos.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), classificou, em entrevista, de “pouco inteligente” e precipitada a decisão do partido de sair do governo neste momento. “Evidente que isso precipitou reações em todas as órbitas. No PMDB, no governo, nos partidos da sustentação, nos partidos da oposição. O que significa dizer em bom português que não foi um bom movimento, um movimento inteligente”, disse o senador.
A aceleração do processo de desembarque irritou o PMDB do Senado. Durante a convenção do partido, em 12 de março, foi tomada a decisão de apreciar as moções pelo rompimento em um encontro do diretório nacional da legenda em 30 dias.
Renan, outros senadores peemedebistas e os ministros tentaram convencer o vice-presidente Michel Temer também presidente do partido de marcar a reunião para 12 de abril. Temer, no entanto, escudado em um grupo de 30 deputados que pressionavam a Executiva, manteve a reunião para a última terça-feira.
Nenhum dos ministros, a maior parte dos senadores e alguns deputados nem mesmo participaram do encontro que selou o rompimento e durou apenas três minutos. Uma fonte de alto escalão no partido havia assegurado que já havia votos suficientes para aprovar o desembarque. A decisão de fazê-lo por aclamação teria sido para evitar desgastes.
Fontes ligadas ao alguns dos ministros do partido, no entanto, avaliaram que a rapidez no processo foi para esconder que o PMDB continua dividido. Segundo um importante parlamentar peemedebista, que falou sob a condição de anonimato, a maneira como foi tomada a decisão do rompimento, “mais até do que seu mérito”, causou desconforto para algumas pessoas dentro do partido.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), classificou, em entrevista, de “pouco inteligente” e precipitada a decisão do partido de sair do governo neste momento. “Evidente que isso precipitou reações em todas as órbitas. No PMDB, no governo, nos partidos da sustentação, nos partidos da oposição. O que significa dizer em bom português que não foi um bom movimento, um movimento inteligente”, disse o senador.
A aceleração do processo de desembarque irritou o PMDB do Senado. Durante a convenção do partido, em 12 de março, foi tomada a decisão de apreciar as moções pelo rompimento em um encontro do diretório nacional da legenda em 30 dias.
Renan, outros senadores peemedebistas e os ministros tentaram convencer o vice-presidente Michel Temer também presidente do partido de marcar a reunião para 12 de abril. Temer, no entanto, escudado em um grupo de 30 deputados que pressionavam a Executiva, manteve a reunião para a última terça-feira.
Nenhum dos ministros, a maior parte dos senadores e alguns deputados nem mesmo participaram do encontro que selou o rompimento e durou apenas três minutos. Uma fonte de alto escalão no partido havia assegurado que já havia votos suficientes para aprovar o desembarque. A decisão de fazê-lo por aclamação teria sido para evitar desgastes.
Fontes ligadas ao alguns dos ministros do partido, no entanto, avaliaram que a rapidez no processo foi para esconder que o PMDB continua dividido. Segundo um importante parlamentar peemedebista, que falou sob a condição de anonimato, a maneira como foi tomada a decisão do rompimento, “mais até do que seu mérito”, causou desconforto para algumas pessoas dentro do partido.
CUNHA JÁ TERIA ACORDO PARA SE LIVRAR DA CASSAÇÃO CASO TEMER ASSUMA
Em caso de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), assume o vice Michel Temer (PMDB-SP). E, segundo Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, esse seria o começo de um processo que livraria Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, da cassação.
Atualmente, Cunha é réu da operação Lava Jato e alvo de investigação. Já foram encontradas contas com dinheiro ilegal em seu nome e, entre especialistas, a cassação do deputado federal é tida como muito provável. E aí que entraria a articulação do novo governo.
Segundo Bergamo, Cunha renunciaria assim que Temer assumisse sob o argumento de que o novo governo precisaria articular nova maioria no Congresso. Assim, ele seria suspenso pelo conselho de ética, mas manteria o cargo e garantiria foro privilegiado. O suposto acordo, no entanto, ainda dependeria do Supremo Tribunal Federal (STF) para funcionar. Isso porque a Procuradoria Geral da República já pediu à última instância da Justiça brasileira que Cunha seja afastado imediatamente do cargo.
Ainda sobre um eventual governo de Michel Temer, uma fonte do PMDB afirma que Henrique Meirelles seria o escolhido para assumir o ministério da Fazenda. Também cotado para o cargo, Armínio Fraga estaria perdendo força. Interlocutores de Temer teriam afirmado que a imagem de Fraga, ex-presidente do Banco Central no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), estaria muito ligado à do senador Aécio Neves (PSDB-MG), citado recentemente em delação da Lava Jato.
Atualmente, Cunha é réu da operação Lava Jato e alvo de investigação. Já foram encontradas contas com dinheiro ilegal em seu nome e, entre especialistas, a cassação do deputado federal é tida como muito provável. E aí que entraria a articulação do novo governo.
Segundo Bergamo, Cunha renunciaria assim que Temer assumisse sob o argumento de que o novo governo precisaria articular nova maioria no Congresso. Assim, ele seria suspenso pelo conselho de ética, mas manteria o cargo e garantiria foro privilegiado. O suposto acordo, no entanto, ainda dependeria do Supremo Tribunal Federal (STF) para funcionar. Isso porque a Procuradoria Geral da República já pediu à última instância da Justiça brasileira que Cunha seja afastado imediatamente do cargo.
Ainda sobre um eventual governo de Michel Temer, uma fonte do PMDB afirma que Henrique Meirelles seria o escolhido para assumir o ministério da Fazenda. Também cotado para o cargo, Armínio Fraga estaria perdendo força. Interlocutores de Temer teriam afirmado que a imagem de Fraga, ex-presidente do Banco Central no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), estaria muito ligado à do senador Aécio Neves (PSDB-MG), citado recentemente em delação da Lava Jato.
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