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26 de abril de 2011

SARNEY NEGA QUE AÇÃO DE REQUIÃO SEJA DE CENSURA À IMPRENSA

Presidente do Senado, José Sarney


O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse nesta terça-feira (26) que a polêmica envolvendo o colega de Congresso, o senador e ex-governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), que tomou o gravador de um repórter e apagou a entrevista feita com ele, não é uma censura à liberdade de imprensa, mas resultado de uma "questão de temperamento" do parlamentar paranaense.

“Eu acho que é um episódio que podia não ter acontecido, é um episódio de temperamento. Acho que foi um atrito, mas não tem essa conotação de que se trate de uma agressão a liberdade de imprensa ou de trabalho. Foi um episódio passageiro”, disse Sarney. “Não posso emitir conceito de valor contra um colega por quem eu tenho o maior respeito e que tem uma vida pública grande nesse país.”

Questionado sobre a possibilidade de levar a ação do parlamentar ao Conselho de Ética da Casa, Sarney declarou que “não caberia à presidência ter uma iniciativa dessa ordem”.

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