A avaliação da cúpula do PT é que o impacto dos escândalos de corrupção e o desgaste do governo Dilma Rousseff influenciam mais os eleitores das grandes cidades do que os das pequenas.
A preocupação principal é com seis dos 15 municípios onde o prefeito já está no segundo mandato e não pode tentar nova reeleição em 2016.
Outro problema para administrar é o risco de saída de prefeitos, em março, prazo final para que os candidatos mudem de sigla; o partido também acompanha a situação de São Paulo: a maioria das cidades grandes administradas pelo partido está no estado, inclusive a capital, administrada por Fernando Haddad, onde o desgaste da sigla é considerado maior.
Já o processo de impeachment é visto como impeditivo para que o partido antecipe articulações eleitorais; "Estamos concentrando a nossa energia nessa luta contra o golpe", diz o secretário de Organização do PT, Florisvaldo Souza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário