| Paulo Roberto Costa |
O banco fez suas estimativas a partir dos depoimentos sob delação premiada do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto da Costa de que as propinas representaram 3% do que foi investido pela empresa nos últimos anos.
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (19) pelo jornal O Estado de S. Paulo. O banco considerou perdas de 1% a 5%, o que significariam baixas contábeis entre R$ 5 bilhões e R$ 21 bilhões.
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