Para os mais velhos, o dinheiro que vem fácil vai embora ainda mais facilmente. Para os jovens, porém, uma oportunidade de enriquecimento em curto prazo e sem ilegalidades até agora comprovadas, mas sob investigação da Polícia Federal e Procuradoria Geral da República em sete estados brasileiros.
No estado potiguar, o TelexFree não é alvo investigatório do Ministério Público Estadual, tampouco do Federal. Além disso, a Secretaria de Acompanhamento Econônico do Ministério da Fazenda, encerrou o processo investigativo contra a TelexFree pois não identificou a caracterização de captação de recursos para formação de poupança. Mas, recentemente, a Secretaria Nacional da Defesa do Consumidor, órgão vinculado ao Ministério da Justiça, abriu investigação em desfavor da TelexFree.
Há suspeita de formação de pirâmide financeira, na qual cada participante precisa pagar para entrar e a cada novo membro agregado, há um ganho percentual pelo que é conhecido como “team builder” (o líder do time) em cima de cada um dos novos divulgadores.
Até que se julgue o mérito da causa, porém, a possibilidade de se obter sucesso similar ao do técnico em construção civil que abriu esta reportagem, atrai um verdadeiro exército de jovens, adultos e até mesmo idosos que sonham com algumas cifras a mais em suas contas bancárias.
No Rio Grande do Norte, entretanto, o TelexFree já não desperta mais o mesmo interesse da época em que se tornou popular entre os potiguares, há quase um ano. Hoje, o que se percebe, é a interiorização da captação de divulgadores, que tem como objetivo comprar uma conta no valor de R$ 2.890, que serve como adesão e pela qual recebem 55 linhas, que correspondem a um pacote de serviços Voip.
Os divulgadores precisam vender o sistema de ligação ilimitada através da internet, o Voip, e realizar cinco anúncios diariamente em sites gratuitos, através do sistema de marketing multinível (anúncio boca-a-boca) pelos quais recebem R$ 200 semanais.
Com informações da TN
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