A visita dos representantes do Conselho Regional de Medicina do RN (Cremern) e do Conselho Estadual dos Direitos Humanos, bem como do Conselho de Saúde da OAB, foi marcada por protestos e revolta dentro e fora do maior hospital do Estado: o Walfredo Gurgel. A falta de materiais para limpeza dos pacientes, lençóis e medicamentos para dor, bem como a superlotação das cinco alas de UTI, eram motivo de indignação e revolta dos pacientes e dos familiares dos internados. Com cartazes, cerca de 200 pessoas protestavam à frente da entrada de emergências contra o abandono da instituição por parte do Governo do Estado.
De acordo com a diretora do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, Fátima Pinheiro, 92 é o número de pacientes nos corredores. Com o setor de emergência clínica fechado, o setor de Politrauma abriga pacientes que fazem uso dos monitores de registro de batimentos cardíacos de forma compartilhada, o que, segundo enfermeiros, não adianta em nada para entender a situação do paciente. Nesse mesmo setor, um homem agonizava de tanta dor pela falta de medicamentos apropriados para o alívio.
Segundo Ruiara Pinheiro, enfermeira do hospital, a falta de leitos aumenta o número de óbitos, visto que passam mais de 24 horas sem atendimento na UTI, só no aguardo. "Aqui tudo é no improviso. Não temos condições de permanecer assim", disse. Segundo informações da assessoria de imprensa do HMWG, desde a sexta-feira (07) até a segunda-feira passada (10), 26 pessoas vieram a óbito em consequência da fragilidade dos atendimentos.
Para a diretora Fátima Pinheiro, a situação tende a se agravar com a paralisação dos atendimentos dos profissionais da Cooperativa dos Médicos. "Com essa paralisação, os pacientes ortopédicos ficam nos corredores, aguardando cirurgia por bastante tempo. Inclusive crianças, o que pode deixar sequelas seríssimas nos pacientes", esclareceu, afirmando a que situação tende a piorar. "Só não saio da direção porque acredito que no próximo mês a situação possa voltar ao controle", completou Fátima. A diretora acredita ainda no Plano de Enfrentamento de Urgência e Emergência implantado pelo Estado, desde a decretação do estado de calamidade pública, há 60 dias.
De acordo com a diretora do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, Fátima Pinheiro, 92 é o número de pacientes nos corredores. Com o setor de emergência clínica fechado, o setor de Politrauma abriga pacientes que fazem uso dos monitores de registro de batimentos cardíacos de forma compartilhada, o que, segundo enfermeiros, não adianta em nada para entender a situação do paciente. Nesse mesmo setor, um homem agonizava de tanta dor pela falta de medicamentos apropriados para o alívio.
Segundo Ruiara Pinheiro, enfermeira do hospital, a falta de leitos aumenta o número de óbitos, visto que passam mais de 24 horas sem atendimento na UTI, só no aguardo. "Aqui tudo é no improviso. Não temos condições de permanecer assim", disse. Segundo informações da assessoria de imprensa do HMWG, desde a sexta-feira (07) até a segunda-feira passada (10), 26 pessoas vieram a óbito em consequência da fragilidade dos atendimentos.
Para a diretora Fátima Pinheiro, a situação tende a se agravar com a paralisação dos atendimentos dos profissionais da Cooperativa dos Médicos. "Com essa paralisação, os pacientes ortopédicos ficam nos corredores, aguardando cirurgia por bastante tempo. Inclusive crianças, o que pode deixar sequelas seríssimas nos pacientes", esclareceu, afirmando a que situação tende a piorar. "Só não saio da direção porque acredito que no próximo mês a situação possa voltar ao controle", completou Fátima. A diretora acredita ainda no Plano de Enfrentamento de Urgência e Emergência implantado pelo Estado, desde a decretação do estado de calamidade pública, há 60 dias.
Francisca Rita, acompanhante de paciente, reclama do descaso
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