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6 de fevereiro de 2017

DEBRUÇADO NA LAVA-JATO, FACHIN TERÁ DE RESOLVER CASOS MAIS URGENTES

A semana será de muito trabalho para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, que herdou o acervo da Lava-Jato do ministro Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo no mês passado.
Há a expectativa de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, comece a dar providências em relação às delações premiadas de 77 executivos da Odebrecht, mas, além dos depoimentos que foram homologados na semana passada, Fachin terá de tomar outras decisões sobre a investigação.

O relator deverá dar prioridade a questões consideradas urgentes, como de réus presos. Uma delas diz respeito a um habeas corpus impetrado pelo ex-presidente da Câmara, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Cunha está preso em Curitiba desde outubro do ano passado, por determinação do juiz federal Sergio Moro. Fachin herdou cerca de 40 inquéritos e oito habeas corpus em tramitação na Corte. Há pelo menos 40 parlamentares investigados, dos quais alguns já são réus.

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