"Esforço para descriminalizar contribuições eleitorais destinadas a Temer e Serra, iguais àquelas usadas para perseguir lideranças ligadas ao governo Lula-Dilma, não reflete apenas a realidade de um país onde a Justiça funciona seletivamente.
Expressa uma tentativa de construir uma nova ordem republicana, pós-impeachment, com exclusão de lideranças populares e sem alternâncias no poder, como aquela iniciada pela chegada do Partido dos Trabalhadores ao Planalto, em 2003", diz o colunista Paulo Moreira Leite; Temer foi citado por Marcelo Odebrecht como responsável por um pedido de R$ 10 milhões, doado via caixa dois, e Serra de R$ 23 milhões.
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