A decisão saiu durante a reunião da Executiva na tarde desta quinta-feira (14), em Natal. O partido decidiu que não tem como ser parceiro político de um governo que defende o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
A decisão, na verdade, foi antecipada por Mineiro, ainda na noite de quarta-feira (13), minutos após o deputado federal Fábio Faria (PSD), filho do governador, anunciar voto pró-impeachment, acompanhando decisão do seu partido a nível nacional.
Na reunião do PT, não faltou críticas aos agora ex-companheiros. O governador Robinson foi chamado de "conservador" e o deputado Fábio de "golpista". O partido entregará todos os cargos que ocuparam no Governo do Estado, com destaques para as secretarias de Educação, da Juventude e da Mulher, além da Fundação José Augusto. Ainda hoje o PT lançará nota à população explicando o rompimento político com o governo estadual.
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