Durante evento em que reuniu dezenas de representantes de movimentos de mulheres, a presidente Dilma Rousseff voltou a criticar o que chamou de "seleção muito clara de vazamentos" no país; "Na trama golpista, gostaria de destacar o uso de vazamentos seletivos.
A nossa Constituição Federal garante a privacidade e proíbe vazamentos que hoje são premeditados e direcionados, com claro objetivo de criar ambiente propicio ao golpe", disse; no dia em que a Folha de S. Paulo divulgou trechos da delação premiada de Otávio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutiérrez, que é umbilicalmente ligada ao senador Aécio Neves, Dilma avisou que não aceitará mais vazamentos seletivos; "Nós poderemos nos próximos dias ter vazamentos oportunistas e seletivos e pedi ao ministro da Justiça a rigorosa responsabilidade por eles", acrescentou.
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