6 de março de 2016
PMDB MANTÉM DISCRIÇÃO E EVITA SE MANIFESTAR SOBRE CONDUÇÃO COERCITIVA DE LULA
Integrantes do PMDB, partido presidido pelo vice-presidente Michel Temer e maior aliado do governo, mantiveram silêncio e evitaram comentar as recentes turbulências políticas com a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Polícia Federal nesta sexta-feira.
O único peemedebista a se manifestar sobre o episódio, na condição de chefe de um dos poderes da República, foi o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), por meio de nota.
Na declaração distribuída à imprensa, Renan afirmou que o país passa por período delicado e defendeu respeito à legalidade. Recomendou “serenidade” e "bom-senso” aos homens públicos, defendeu que as instituições guardem “os limites de suas atribuições” e afirmou ainda que qualquer radicalização será um “desserviço” ao país.
No mais, as principais lideranças e dirigentes do partido mantiveram discrição, sem manifestar posições em redes sociais ou dar declarações à imprensa.
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