Porém, se os protestos forem fracos, o governo acredita que isso dará fôlego à presidente, que vive há meses em um verdadeiro "inferno astral" e que terminou a semana dando declaração à imprensa avisando que não renuncia ao mandato. O momento é considerado decisivo e delicado para todos e há uma grande preocupação com a possibilidade de confrontos, caso haja enfrentamento de grupos a favor e contra o ex-presidente Lula.
A última coisa que o Palácio do Planalto deseja é que ocorram enfrentamentos graves, com violência, e vítimas fatais. As últimas informações que chegaram ao governo, ainda provenientes do acompanhamento das redes sociais, mostram que a presença nas ruas, no domingo, terá público expressivo, semelhante ao de março do ano passado.
Desde segunda-feira, a presidente Dilma tem comandando reuniões e, também no início da semana, apelou ao seu partido, o PT, e aos movimentos sociais, por meio dos seus ministros, para que cancelem os eventos marcados para o próximo domingo, pelo menos nas cidades onde já existem manifestações agendadas contra o governo o objetivo é evitar, justamente, violência e graves confrontos.
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