Depois de dizer que a presidente Dilma Rousseff 'pedalou' em 2015, para justificar o golpe e de isentar o vice Michel Temer da responsabilidade, o procurador Júlio Marcelo de Oliveira, que atua junto ao TCU, quer agora anular os acordos de leniência.
Para o colunista Luis Nassif, Oliveira é militante político; ‘Do servidor público exige-se isenção política. O servidor que se vale de preferências políticas no exercício das funções de Estado desrespeita a cidadania, o serviço público e compromete sua própria corporação.’
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