Líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Leonardo Picciani (RJ) discorda da posição do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre o pedido de impeachment da presidente Dilma: “Acho pessoalmente que ele se equivocou em aceitar o impeachment.
Não vejo motivo jurídico para isso”, afirmou; ele disse que não pode relacionar a situação no Conselho de Ética, onde Cunha é processado, com o caso: “Não sei se ele fez isso. Mas tem que olhar o impeachment pela ótica da Constituição Federal. Misturar esse tema com o conflito político é um equívoco enorme."
Já o ex-ministro Ciro Gomes Declarou:“Não aceitaremos que um chefe de quadrilha processado na justiça por corrupção leve o País à ruptura democrática! Não aceitaremos o golpe. O jurista Celso Antônio Bandeira de Mello diz que "não há base jurídica alguma para a abertura do processo": “É uma palhaçada [a abertura do impeachment]. Pelo que tudo indica, e o que a gente vê na imprensa, a razão foi exclusivamente política, sem nenhum embasamento na lei”.
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