"Intervenção do ministro Edson Fachin, no STF, foi essencial para preservar garantias democráticas do Congresso e interromper uma manobra contra Dilma, mas o dia de ontem terminou com uma realidade que o país deve encarar com urgência: ocupado, 24 horas por dia, em conspirar para salvar o próprio mandato, Eduardo Cunha mostrou que sua permanência na presidência da Câmara é um perigo público para as instituições democráticas".
Alerta o jornalista, Paulo Moreira Leite, "No esforço para montar uma comissão de cartas marcadas para aprovar o impeachment, ele atropelou o regimento, desrespeitou regras elementares da democracia da casa e, numa ação coordenada com aliados fiéis, montava o ataque a Dilma no plenário enquanto seus aliados impediam a Comissão de Ética de votar parecer que pede que seja investigado por corrupção", lembra o jornalista, sobre os acontecimentos desta terça-feira no Congresso.
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