O Supremo Tribunal Federal afirmou que há falta de tempo hábil para analisar, antes do recesso, o pedido de afastamento de Eduardo Cunha (PMDB) da presidência da Câmara e do mandato de deputado, feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e recebido ontem pelo relator do caso, ministro Teori Zavascki.
PGR alega que Cunha usa o mandato para interesse próprio e fins ilícitos, e que o afastamento é necessário para a garantia da ordem pública e regularidades dos procedimentos criminais a que Cunha responde no STF; com a decisão ficando para 2016, Cunha ganha fôlego para continuar manobras na Câmara.
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