Presidente da Câmara afirmou a deputados do PMDB que a possibilidade de abrir um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff perdeu força e que o assunto poderá ser retomado, no mínimo, em 2016.
"Não há nesse momento apoiamento popular, embora o ocorrido nas contas da Dilma [o Tribunal de Contas da União rejeitou a contabilidade de 2014] seja fato para levar o impeachment adiante", disse Cunha, segundo o deputado Hildo Rocha (PMDB-MA), que participou do jantar; declaração foi dada no dia 11 de novembro, pouco depois de o PSDB anunciar seu rompimento com Cunha.
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