Defesa do presidente da Câmara pediu mais uma vez ao STF que o inquérito sobre contas na Suíça atribuídas a Eduardo Cunha tramite em segredo de Justiça.
No recurso apresentado nesta terça-feira 3, os advogados alegam que suas informações são protegidas por sigilo fiscal e não podem ser acessadas por terceiros; no dia 22 de outubro, o ministro Teori Zavascki, do Supremo, negou o mesmo pedido da defesa. Eduardo Cunha (PMDB-RJ) também foi alvo mais uma vez das críticas do ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que o chamou de “câncer” e declarou acreditar na cassação do presidente da Câmara dos Deputados. Ciro ainda referiu-se ao vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) como “parceiro íntimo” do parlamentar e disse que será candidato em 2018 "se achar necessário."
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