"A regra número 1 de personagens como Eduardo Cunha é não confessar jamais. Mentir na cara dura. O exemplo clássico é o de Paulo Maluf, praticamente um recordista do Guiness de tanto negar contas na Suíça.
Eles não confessam não por serem psicopatas, mas porque confessar é pior para eles. Se Maluf ou Cunha confessarem o que acontece? Serão canonizados? Não, serão chamados de idiotas. Além de ladrões, estúpidos. Além dessa pecha duplamente desagradável, eles terão 100% dos dedos brasileiros apontados contra eles.
Confessar é a prova de ouro contra si próprio"; a análise é do colunista do 247, Alex Solnik; ele ressalta que "por mais que haja evidências", pessoas como Cunha e Maluf conseguem dividir a opinião pública: "Pode não ser meio a meio, pode não ser 30%, mas eles conseguem plantar a dúvida em alguns por cento."
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