O novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, adotou como tom de seu discurso na cerimônia de posse do cargo nesta segunda-feira 5, em Brasília, a necessidade do equilíbrio fiscal, porém sem ofender os direitos sociais. Segundo ele, o cumprimento das metas fiscais será o fundamento da retomada do crescimento do País.
"O Brasil tem plenas condições de exercitar o equilíbrio fiscal, sem com isso ofender direitos sociais ou deprimir a economia", afirmou Levy, após ter recebido o cargo do secretário-executivo da Fazenda, Paulo Caffarelli. O ex-ministro Guido Mantega não esteve na cerimônia.
Levy agradeceu a confiança nele depositada pela presidente Dilma Rousseff e disse que procurará responder às expectativas. O ministro ressaltou que "o compromisso com o equilíbrio fiscal nem sempre é fácil, mas é indispensável e a chave para a confiança e o crescimento do crédito, contribuindo para a geração de emprego. Isso incentiva o investidor a tomar mais riscos e a economia a crescer".
Segundo ele, o equilíbrio fiscal já começou, com a contenção de gastos públicos. Joaquim Levy também defendeu a transparência nas contas do governo: "A transparência e solidez das contas públicas é um dos ingredientes para ampliar o número dos que participam em igualdade de oportunidade da democracia, afirmou Levy", discursou.
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