O resultado consolidado de 17 empresas analisadas pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado totalizou R$ 2,4 bilhões, contra R$ 3,4 bilhões de 2013. Mantidas as condições atuais, é possível que o mesmo efeito de queda do lucro se repita no quarto trimestre deste ano.
Os números refletem o momento delicado pelo qual passa o setor. Grandes geradoras hídricas têm sido vítimas do déficit de geração em função da falta de chuvas. Para evitar queda mais acentuada no nível dos reservatórios, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) tem dado prioridade ao uso das térmicas.
A contrapartida desse movimento é o déficit hídrico e a elevação dos custos da energia no mercado de curto prazo. Os dois movimentos têm impacto direto no resultado das geradoras, que precisam desembolsar mais recursos para compra de energia para revenda.
O levantamento elaborado pelo Broadcast inclui números das empresas AES Tietê, AES Eletropaulo, Celesc, Cemig, Cesp, Copel, CPFL Energia, CPFL Renováveis, Cteep, EDP Energias do Brasil, Eneva, Equatorial, Light, Neoenergia, Renova, Taesa e Tractebel.
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