A grande mídia começou a voltar atenção para uma provável cooperação entre black blocs e o crime organizado para instalar o caos durante a Copa do Mundo. Entretanto, as autoridadescbrasileiras já sabem dessa possibilidade desde janeiro.
Reportagem do jornal Estado de S. Paulo entrevistou líderes black bloc que disseram ter havido uma boa recepção dos “companheiros” presos na penitenciária de Tremembé (SP) e no Rio. Segundo eles, membros do PCC “colocaram colchões para eles” quando chegaram.
No início do ano, o juiz federal Odilon de Oliveira, do Mato Grosso do Sul, já havia revelado o receio de que o Primeiro Comando da Capital (PCC) tumultuasse a Copa como represália a transferências de líderes a prisões de segurança máxima. Odilon, responsável pela transferência de dezenas desses meliantes, fez um alerta. “A facção pode aprontar contra autoridades, até estrangeiras, no evento”, explicou.
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