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24 de maio de 2014

BANCO BTG PACTUAL, APONTANDO A TENDÊNCIA DE VITÓRIA DA PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF EM PRIMEIRO TURNO

Depois de promover uma palestra do senador Aécio Neves (PSDB-MG), em Nova York, em que o tucano apontou a falta de confiança de investidores na economia brasileira, o banco BTG Pactual, de André Esteves, distribui um relatório a seus clientes do Brasil e de fora apontando a tendência de vitória da presidente Dilma Rousseff em primeiro turno; levantamento aponta "larga margem" de vantagem da presidente.

O documento mostra dados desde junho do ano passado, quando os protestos de rua que tomaram o país causaram abalos na avaliação da presidenta Dilma Rousseff, e mostram que apesar dessa percepção, a vantagem da petista em relação aos adversários segue em alta, e com perspectivas de vitória já na primeira rodada.

Segundo o levantamento, produzido em inglês e que compila os dados de 33 pesquisas, Dilma tem nas intenções espontâneas de voto na ultima pesquisa (Ibope, feita entre 15 e 19 de maio) um total de 22% das indicações de eleitores, próximo dos 27% que a presidenta tinha em junho de 2013, 27%, em pesquisa realizada pelo Datafolha entre 6 e 7 daquele mês do ano passado. Os 4% que Aécio tinham à época passaram a 8% enquanto que Eduardo Campos (PSB) passou de 1% a 4%.

A intenção de voto estimulada costuma dar vantagem a quem disputa a reeleição, já que a cobertura do noticiário e outras fontes de informação acabam dando destaque maior a ações do governo.

No quadro que reúne dados de levantamentos feitos de forma estimulada quando o entrevistado recebe um cartão com os nomes dos candidatos, tendo que indicar quem é seu preferido Dilma teve 41% no ultimo Ibope, frente aos 50% de junho de 2013, Aécio passou de 14% a 22%, enquanto que Campos foi de 6% a 14%. 


O histórico de simulações de segundo turno não é bom para Aécio Neves – se em julho do ano passado, segundo levantamento do Ibope o quadro era Dilma 38% a 26%, agora o levantamento indica 43% a 24%, “larga margem”, segundo ressalta o banco. O banco ainda aponta que as pesquisas sugerem que a população “tem um grande desejo de mudança”, mas ainda apoiando a presidenta Dilma.

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