No começo da tarde, ele saíram da sede da Funai e foram até o ministério. Do lado de fora, parte deles se deitou na rua e teve os contornos de seus corpos pintados com tinta, simulando as marcações feitas por peritos em cenas de assassinatos.
A marcha até o ministério teve como principal alvo de protestos a construção de usinas na Amazônia. Os mundurucus serão afetados por um conjunto de cinco hidrelétricas a serem erguidas no rio Tapajós, no oeste do Pará, e dizem que a Constituição dá a eles poder de veto sobre os projetos.
Pela manhã, os indígenas não permitiram a entrada dos servidores na Funai. Entretanto, não apresentaram ao órgão pauta específica com reivindicações. Desde as 9h desta terça, a Funai mantêm uma equipe de diálogo [...] a fim de dialogar pacificamente com os indígenas, solicitar a desocupação do prédio e, novamente, os convidar para aguardar o retorno em local adequado."
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