Renan, Dilmam Afif Domingos e michael Temer
"[A questão da micro e pequena empresa] Não é bandeira partidária, é bandeira nacional", declarou. A ligação do agora ministro com o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) causou desconforto entre petistas e tucanos.
Afif, no entanto, classificou como "polêmica política" a questão de acumular a vice-governadoria e o ministério e afirmou que está descartada a hipótese de deixar o cargo paulista.
Na cerimônia de posse, o ministro destacou o fato de a pasta ser "enxuta" e ter estrutura modesta. A secretaria terá gasto anual de R$ 7,9 milhões aos cofres públicos e, além dos cargos de ministro e secretário-executivo, terá outros 66 em comissão.
Antigo crítico do excesso de ministérios, Afif defendeu a nova pasta. "Todos nós criticamos [o excesso de ministérios], gostaríamos que fosse mais enxuto. Mas esse [ministério] não pode ser criticado. Esse não é ministério de execuções, é ministério de integração, de articulação."
A presidente Dilma Rousseff, presente no evento, afirmou que a secretária tem papel social e econômico relevante e relembrou a trajetória de Afif, ligada ao setor empresarial. "A posse de Afif traz a pessoa certa para o lugar certo."
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