Os prontuários foram analisados entre janeiro de 2006 e fevereiro deste ano. Segundo o MP, todos os prontuários indicavam que os pacientes tinham tomado o coquetel com os medicamentos Pavulon e Diprivan. O advogado de defesa da médica, Elias Mattar Assad, disse que o relatório não prova nada e que as acusações são infundadas.
9 de abril de 2013
317 MORRERAM EM UTI NO PR APÓS PRESCRIÇÃO DE MÉDICA, DIZ POLÍCIA
Os prontuários foram analisados entre janeiro de 2006 e fevereiro deste ano. Segundo o MP, todos os prontuários indicavam que os pacientes tinham tomado o coquetel com os medicamentos Pavulon e Diprivan. O advogado de defesa da médica, Elias Mattar Assad, disse que o relatório não prova nada e que as acusações são infundadas.
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