Julgamento vai ter foco na autoria do crime
(Foto: Taiguara Rangel/G1)
(Foto: Taiguara Rangel/G1)
O julgamento do 'Caso Asfora', ocorrido em 6 de março de 1987, teve início às 9h na comarca de Campina Grande. O juiz informou que não serão ouvidas testemunhas, apenas haverá exibição de vídeos com relatos dos fatos e oitiva dos réus, a viúva de Asfora, Gilvanete Vidal, 60 anos, e Marcelo da Silva, 68.
O Tribunal de Justiça da Paraíba havia anulado o primeiro julgamento, determinando que os acusados fossem levados a um novo júri popular. Naquela oportunidade, o Conselho de Sentença havia absolvido os réus, com base na tese de suicídio.
O Ministério Público recorreu, com o argumento de decisão ter sido contrária à prova dos autos, já que existe uma perícia técnica que aponta para um possível homicídio.
Entenda o caso
A morte de Raimundo Asfora aconteceu em 1987. Ele foi encontrado morto no dia 6 de março, dentro de sua granja, no Bairro de Bodocongó, em Campina Grande. À época, o Ministério Público denunciou os acusados que foram indiciados por homicídio qualificado e por concurso de pessoas.
História
Nascido na capital cearense Fortaleza, Raymundo Yasbeck Asfora desembarcava em Campina Grande aos 12 anos de idade, em companhia dos pais libaneses no ano de 1942. Aos 18 anos militava nos movimentos estudantis, atuando na luta pela restauração do Grêmio Estudantil Campinense, conquistando a construção da 'Casa do Estudante' mais tarde seria nomeada 'Casa Félix Araújo'.
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