A revista lembra que o Senado tem a prerrogativa de investigar a Procuradoria-Geral da República. A curiosa compra recente de 1.226 tablets por R$ 3,9 milhões seria o motivo. A procuradoria-geral pagou R$ 2.398 por cada aparelho, enquanto outras empresas concorrentes ofereciam o mesmo produto por R$ 1.996.
Aliados de Calheiros acham que Gurgel tentou influir na eleição para a presidência do Senado, entre outros fatores, porque seu rival na disputa era o procurador da República Pedro Taques (PDT), senador pelo Mato Grosso.
A revista informa que o Senado estaria decidido a apressar a recondução ao Conselho Nacional do Ministério Públicodo professor Luis Moreira, adversário político de Gurgel, a quem acusa de não submeter o MP aos mesmos critérios de transparência que cobra do Legislativo e do Executivo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário