O Brasil, no entanto, avançou no combate a desigualdades nas últimas décadas. De acordo com o levantamento “Estado das cidades da América Latina e do Caribe 2012 – Rumo a uma nova transição urbana”, o Brasil era, em 1990, o número 1 do ranking das nações com pior distribuição de renda.
Quando a pesquisa foca na questão da pobreza, o Brasil ainda perde para a maioria dos vizinhos sul-americanos. Pouco mais de 20% da população brasileira vive em situação de pobreza ou indigência, percentual maior do que no Uruguai, na Argentina, no Chile e no Peru. Costa Rica e Panamá também ficam a frente do Brasil, com menores percentuais na Taxa de Pobreza Urbana.
Entretanto, o número de pobres e indigentes no Brasil caiu pela metade em duas décadas: de 41%, em 1990, para 22% da população em 2009. Argentina e Uruguai também reduziram pela metade o número de pobres, que hoje são 9% da população, em ambos os países. Mas foi o Chile o grande campeão no combate à pobreza, conseguindo uma redução de 70%: de 39%, em 1990, para 12%, em 2009, quando se fala em percentual da população pobre no país.
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