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15 de julho de 2012

MISSA DA CURA COMPLETA DEZ ANOS E MUDA ROTINA DE BAIRRO EM NATAL

Pe. Nunes durante a missa da Cura e Libertação

Há 10 anos, o pároco de Neópolis, Padre Antônio de Araújo Nunes, deu início a uma celebração mensal que na época reunia cerca de 300 pessoas. Hoje, a missa da Cura e Libertação - que sempre é realizada na segunda quarta-feira de cada mês - tem público superior a seis mil pessoas que vão para ouvir as palavras de Padre Nunes na Igreja de Nossa Senhora Aparecida. Os fiéis ressaltam a linguagem direta e real da pregação que segue a metodologia tradicional da Igreja Católica.

Missa da Cura
Cura para os males do corpo e, principalmente, para os da alma. É o que busca os milhares de fieis que lotam a Igreja de Nossa Senhora Aparecida, em Neópolis, a cada Missa de Cura e Libertação. Um fenômeno que completa, em agosto, dez anos atraindo um número cada vez maior de pessoas. Quando começou, lembra o pároco Padre Antonio de Araújo Nunes, de 47 anos, mais conhecido como Padre Nunes, o público não chegava a 300 pessoas. Hoje, nos três horários, estima-se que mais de seis mil participem das celebrações, que acontecem uma vez por mês, sempre nas segundas quartas-feiras. São jovens, crianças, adultos e velhos, dos mais diversos segmentos sociais, vindas de todo o Estado.

"Toda missa é de cura", garante o celebrante. Mas o que faz desta a mais popular e especial entre os fieis no Estado? Entre os participantes a resposta é unânime: a pregação. "A linguagem é mais direta, empolga, emociona. Fala de coisas reais que afetam a gente, toca mesmo na ferida e traz conforto emocional", analisa o bacharel em direito Sandro Luciano de Oliveira, 32 anos, que há mais de um ano frequenta o ritual. "É um compromisso inadiável, todos os meses. Saio daqui aliviado", diz.

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