Médico em frente ao Sírio Libanês
Segundo ele, a ressonância realizada nesta semana apresentou alterações compatíveis com o trauma e a falta de oxigenação no cérebro. "A evolução é de meses, semanas", diz. Ele não deu prognósticos sobre possíveis sequelas. "Só o futuro vai dizer", afirmou.
"O procedimento é ele estar estável clinicamente e ter fisioterapia e acompanhamento da equipe médica inteira: neurologista, ortopedista e assim por diante", disse. O médico que Pedro tem uma fratura na fêmur que não será corrigida agora por cirurgia. "Vai ficar para o futuro, não tem urgência", disse.
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