Manifestantes rezam em frente Assembleia
A DHPP informou que um dos indícos que confirma a relação desses casos como extermínio é a participação de grupos armados de segurança clandestina que estariam eliminando moradores de ruas que podem ter praticados furtos e roubos, incomodando o comércio de bairros de Salvador. Eles deram como exemplo, dois casos específicos, como a execução de cinco moradores de rua na Boca do Rio, durante a madrugada de sexta-feira (3), e a morte de uma mulher na Praça da Piedade, no mesmo dia.
A DHPP reconhece a sexta-feira (3), como o dia onde foram praticados mais crimes dessa natureza. Eles informam ainda, que os grupos armados de segurança clandestina podem ter referência também com quadrilhas de traficantes, executando desafetos e integrantes de bandos rivais, além do acerto de contas com usuários.
Números
A Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA) registra, desde o primeiro dia de greve, 136 mortos em Salvador e na Região Metropolitana. O número se refere aos crimes ocorridos desde a terça-feira (31), primeiro dia do movimento e a partir das 21h, até às 17h desta quarta-feira (8). Os dados revelam que 86% das vítimas são homens e 14% mulheres, perfazendo um número total de 117 vítimas homens e 19 mulheres. Os dados revelam que 54 vítimas não foram identificadas.
Policiais grevistas ocupam a Assembleia
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