Este porcentual ficou acima do apurado em agosto do ano passado (48%) e foi o maior desde o início da pesquisa em 2006.
O motivo apontado por 94% dos entrevistados que admitiram consumo de produto pirata foi preço mais barato, de acordo com o economista da Fecomércio-RJ Christian Travassos.
Entre os consumidores das classes A e B consultadas, 57% admitiram compra de produto pirata este ano sendo que este porcentual, para esta mesma resposta nestas duas classes, era de 47% em agosto do ano passado. Entre os produtos mais procurados estão CDs e DVDs, respectivamente lembrados por 81% e 76% dos entrevistados este ano.
Segundo Travassos, foi a primeira vez que o levantamento, anual, apurou mais da metade dos pesquisados admitindo compra de itens piratas. "Estamos com mercado interno muito aquecido. E este consumo não abrange somente produtos legais", afirmou.
Para Travassos, os porcentuais de uso de produtos piratas podem continuar crescendo nas próximas apurações. "Precisamos atacar este problema em duas frentes: desoneração tributária e maior rigidez no combate à comercialização ilegal", afirmou o especialista.
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