Segundo Alexandre Medeiros, durante a reunião, os agentes apresentaram os pontos de reivindicação, mas não foram atendidos pelo governo. “O governo nos mandou um recado. Se não pararmos com o movimento, não haverá negociação. Então, a greve já está deflagrada”, afirmou.
O presidente interino do Sindasp informou que o próximo passo da categoria será a redução do efetivo e o corte de escoltas para audiências. “A operação padrão continua. Não entra nada que não seja visita. Não haverá revistas nas unidades prisionais do estado”, disse.
Durante uma reunião entre os agentes e o governo realizada nesta quinta, o sindicato apresentou uma lista com reivindicações. Entre os assuntos discutidos está o preenchimento das quinze vagas disponíveis, a realização de cursos de formação para os 600 novos agentes, as aquisições de viaturas-celas, de armas letais, não-letais e coletes, as construções efetivas de unidades prisionais e o reajuste salarial.

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