Os trabalhadores, que cruzaram os braços nos dias 23, 24 e 25 de maio, reivindicam 7,5% no salário, com implantação imediata, e 20% no vale-refeição com vigência prevista para dezembro deste ano. Apesar de não chegarem a um consenso, a categoria não acenou com a possibilidade de nova greve.
No final da tarde, os rodoviários fecharam, o trânsito nas imediações do Viaduto do Balde, no Centro, para informar aos trabalhadores o desfecho da da audiência mediada pelo vice-presidente do TRT, desembargador José Rego Júnior. Deixando o fluxo lento por cerca de 15 minutos, que logo foi normalizado. "Vamos aguardar para saber o que será decidido em juízo, já que o Seturn alega que não pode nos dá o reajuste".
O secretário de comunicação do Seturn, Augusto Maranhão alegou ser a posposta a última palavra do Seturn. "É impossível conceder o reajuste pedido, sem mexer na tarifa, por que representa custo. Não entendemos a necessidade de paralisação se em maio o Seturn frepassou os 6,3% de inflação do período, nos salários",afirma.
Com a proposta, explica Augusto Maranhão, os motoristas de ônibus da capital passariam a receber R$ 1.429,96, sendo R$ 1.275.52 de salário, e R$ 154,44 de vale-refeição e o cobrador receberia R$ 703,54 e R$103,40 de vale refeição.
No próximo dia 20, o Tribunal Regional do Trabalho deverá agendar o julgamento do dissídio.
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