Embora não tenha líder, o manifesto possui vários articuladores, que já dizem abertamente a nova abrangência da manifestação. “Aqui não é só fora Micarla. É fora Rosalba, fora Paulinho, fora Edivan. É preciso reiniciar o sistema”, disse um dos membros do grupo.
A conquista da abertura da Comissão Especial de Inquérito (CEI) dos contratos, que será discutida amanhã, é o objetivo da ocupação da Câmara. O grupo pretende continuar pressionando a classe política do Rio Grande do Norte.
O próximo passo, garantiu um dos articuladores do movimento, será a invasão da governadoria, prevista para o próximo dia 21. Apesar de o “Fora Rosalba” contar com o apoio dos principais ativistas, existem manifestantes insatisfeitos com a gestão municipal que não são favoráveis ao protesto contra o governo.
Por enquanto, só a presidente Dilma Rousseff (PT) tem escapado das críticas do movimento do “Fora”. Um participante da ocupação no pátio da Câmara chegou até a gritar “Fora Dilma”, mas rapidamente foi repreendido pelos “companheiros”.
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