Os deputados estaduais, da situação e oposição, negam que tenha sido irresponsabilidade a concordância com o projeto, que tramitou em 2010.Para o deputado estadual Raimundo Fernandes (PMN) a aprovação dos projetos ocorreu em um “momento político”, sem qualquer responsabilidade da Assembleia Legislativa.
“Os deputados não têm culpa disso. Além do mais, a Assembleia preservou a determinação de que os reajustes só poderiam ser concedidos caso o Estado esteja abaixo do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal”, comentou.
O deputado estadual Fernando Mineiro (PT) avaliou que o Governo está radicalizando na negociação com os servidores grevistas. Para ele não há como a atual gestão criticar o plano de cargos já que os atuais administradores participaram da própria aprovação das leis na Assembleia Legislativa.
“A governadora conhecia os planos aprovados. O presidente da Assembleia era o atual vice-governador. O hoje secretário Paulo de Tarso era o assessor da Assembleia. Ele acompanhou todo
processo”, disse o petista.
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