Apesar disso, o acidente poderia ter sido mais grave, já que a docente chegou a apoiar uma parede sobre suas costas para que ela não ferisse gravemente seus alunos.
A prefeitura pediu ao Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio Grande do Norte (Crea/RN) que fizesse uma vistoria no local para avaliar as causas e a responsabilidades pelo acidente. O prédio foi completamente interditado pelo Corpo de Bombeiros.
Dentro da sala estavam 29 crianças, entre oito a 11 anos, além da professora. Ao lado, uma nova sala de aula estava sendo construída.
Ao todo dez criança ficaram feridas. Todas foram levadas para o hospital local por amigos e familiares, quadro delas e a professora foram conduzidas para o hospital da cidade vizinha, São Paulo do Pontegi para serem submetidas as exames de Rio-x e depois do atentimento foram liberadas.
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