Dilma e Obama, durante encontro em Brasília
Eles também disseram que há necessidade de uma transparência maior nos mercados de commodities e de uma melhora na regulação de mecanismos financeiros que afetam os preços de matérias-primas.
O presidente dos EUA, Barack Obama, disse neste sábado (19) que o consenso sobre uma ação militar na Líbia é "forte", que o povo líbio deve ser protegido e que os EUA estão prontos a agir.
"Nosso consenso é forte, e nossa resolução é clara", disse ele em discurso ao lado da presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.
"O povo da Líbia deve ser protegido e, na ausência do fim imediato da violência contra civis, nossa coalizão está preparada para agir e agir com urgência."
Conselho de SegurançaObama disse que sua visita ao Brasil é uma "oportunidade histórica", afirmou que os EUA vão trabalhar junto com o paísl para a reforma do Conselho de Segurança da ONU, mas não citou diretamente a aspiração brasileira de uma vaga permanente no conselho, citada pouco antes pela presidente Dilma Rousseff.
Obama agradeceu à presidente Dilma pela recepção e disse que o fato de o Brasil ser sua primeira parada na visita à América Latina não é um acaso.
Ele citou o "crescimento extraordinário" do Brasil, celebrou o fato de o país ter saído da ditadura para a democracia e também a ascenção social criada pela distribuição de renda. Obama afirmou que os EUA apoiam o crescimento econômico brasileiro.
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