Os servidores do Instituto Técnico e Científico de Polícia do Rio Grande do Norte (Itep/RN) decidiram paralisar as atividades por tempo indeterminado a partir desta terça-feira (8). A categoria se diz insatisfeita com os cortes da Gratificação de Desempenho Pericial (GDP), de Plantão e Adicional Noturno, determinados pelo Governo do Estado. Além disso, os trabalhadores reivindicam a volta da tramitação da Lei Orgânica do instituto.
De acordo com o vice presidente do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (Sinpol/RN), Djair Oliveira, os cortes feitos pelo Executivo estadual, em vigor desde janeiro, comprometem o salário real dos quase 500 funcionários do órgão. Sem os adicionais, os servidores passaram a receber a quantia mensal de R$ 540,00 e R$ 1080,00, para cargos de nível médio e superior, respectivamente.
O outro ponto da pauta dos servidores é a volta da discussão acerca da criação do Estatuto do Itep. A categoria quer que o Governo “tire da gaveta” o anteprojeto da Lei Orgânica do Itep, guardado desde o ano de 2006. Para o sindicalista, esta medida será responsável pela recriação do instituto, mas desta vez “dentro dos moldes legais”.
De acordo com o vice presidente do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (Sinpol/RN), Djair Oliveira, os cortes feitos pelo Executivo estadual, em vigor desde janeiro, comprometem o salário real dos quase 500 funcionários do órgão. Sem os adicionais, os servidores passaram a receber a quantia mensal de R$ 540,00 e R$ 1080,00, para cargos de nível médio e superior, respectivamente.
O outro ponto da pauta dos servidores é a volta da discussão acerca da criação do Estatuto do Itep. A categoria quer que o Governo “tire da gaveta” o anteprojeto da Lei Orgânica do Itep, guardado desde o ano de 2006. Para o sindicalista, esta medida será responsável pela recriação do instituto, mas desta vez “dentro dos moldes legais”.
Atendimento
Durante a paralisação, serviços como emissão de documentos, laudos e certidões serão interrompidos, bem como a realização de perícia mediante ofício e, até mesmo, a liberação de cadáveres. De acordo com Djair, as únicas atividades que continuarão a ser desempenhadas durante a greve serão os procedimentos de flagrante, como perícia em local de crime, operação de encontro de cadáver e etc, que serão desempenhados por 30% dos servidores, tal qual determina a lei.
Durante a paralisação, serviços como emissão de documentos, laudos e certidões serão interrompidos, bem como a realização de perícia mediante ofício e, até mesmo, a liberação de cadáveres. De acordo com Djair, as únicas atividades que continuarão a ser desempenhadas durante a greve serão os procedimentos de flagrante, como perícia em local de crime, operação de encontro de cadáver e etc, que serão desempenhados por 30% dos servidores, tal qual determina a lei.
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