No 15º dia dos protestos que pedem a renúncia do ditador Hosni Mubarak, há 30 anos no poder no Egito, o governo deu mais um sinal de opressão contra o trabalho dos jornalistas que cobrem a crise ao dificultar a entrada dos profissionais na praça Tahrir, no centro do Cairo.
Embora a pressão e os abusos contra a imprensa internacional já tenham sido tema de denúncias, com jornalistas tendo seus quartos de hotel invadidos por forças de segurança e outros tenham sido vítimas de ataques de manifestantes pró-Mubarak, até então sua presença nos locais dos protestos tinha sido razoavelmente respeitada.
Nesta terça-feira, o Ministério da Informação egípcio informou que as regras para obtenção de novas credenciais para cobrir os protestos foram alteradas e o processo pode agora levar dias.
Nenhum comentário:
Postar um comentário