Myryam tem hoje uma posição crítica a respeito das novelas:
É um tipo de entretenimento muito vulgar, sem profundidade, que foi ficando sem conteúdo.
Mesmo assim, Myriam, que hoje prioriza sua atuação como missionária da Canção Nova, não gosta que a tratem de ex-atriz:
Não existe essa coisa de ex. Tenho orgulho de minha carreira. Amei fazer "Marrom Glacê", de Cassiano Gabus Mendes.
Dentre outras novelas, também participou de "Ti-ti-ti", "Coração alado", "Bambolê", "O Clone" e "O feijão e sonho", que marcou a sua estréia em 1976.
Quanto ao futuro, Myryam afirmou:
O RobertoTalma (diretor de Núcleo da Globo) veio me perguntar se eu tinha abandonado a carreira. Eu abandonei essa coisa descartável. Mas, posso fazer uma novela, por exemplo, educativa, com uma mensagem. O importante é ter um conteúdo que acrescente.
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